Super Junior arrasta multidão de fãs para o Super Show 7 na Argentina 

Foto: Ariel Pascolat | Reprodução: Twitter@NoixEntertainment

Na noite dessa sexta feira (20), o Super Junior arrastou uma multidão de fãs ao Luna Park para dar início a série de shows na América Latina da turnê do Super Show 7.

Em mais de duas horas de show, o grupo cantou grandes sucessos da carreira e também hits do seu mais novo álbum, Replay – repackage do álbum Play, o oitavo da carreira.

O show contou com dois números de abertura, o primeiro deles com o grupo Secret Weapon. Anunciados como grupo cover, os garotos dançaram músicas de outros grupos da SM, agência do Super Junior, como EXO e SHINee, mas também cantaram músicas autorais. Apesar da grande responsabilidade que tiveram, conseguiram preparar bem o território para o espetáculo que se seguiria.

Reprodução: Twiter@LunaPark

Após o Secret Weapon, foi a vez dos DJs do Play-N-Skillz. Os irmãos, que, apesar de terem nascido nos Estados Unidos, têm descendência argentinas e venezuelanas, produziram a faixa principal de Replay, o hit “Lo Siento”, que também conta com a participação da cantora Leslie Grace. Com um set de músicas eletrônicas, a dupla esquentou mais ainda a plateia.

Às 20 horas em ponto, os telões do Luna Park iniciam a sequência do Super Show 7. Cada Super Show traz uma sequência inédita de vídeos contando uma história que dividem as musicas em atos, o dessa turnê foi inspirado no romance O Grande Gatsby. É, literalmente, um espetáculo multimídia. O diferencial é que, dessa vez, os curtas foram dirigidos por Shindong, integrante do grupo, que está cada vez mais engajado em atividades do tipo. Além de ter dirigido os próprios companheiros de carreira, ele também possui no currículo a direção de dois MVs do girlgroup rookie Busters.

Em sua segunda vinda à América latina, quatro anos após o Super Show 5 que também passou pelo Brasil, o Super Junior estava com 7 integrantes. Os membros Leeteuk, Heechul e Yesung vivenciaram sua primeira experiência em terras latinas, pois em 2013 estavam cumprindo o serviços militar obrigatório na Coreia do Sul. Yesung até participou de parte da turnê do SS5, mas se alistou antes dos concertos no Brasil, Chile, Argentina e Peru.

Era notável o fascínio do grupo em estar mais uma vez por aqui. Pelas bandeiras, haviam além de brasileiras, como essa que vos escreve, pessoas de paíse como Uruguai e Paraguai. O público cantou junto e também surpreendeu fazendo os fanchants além de surpresas como o banner Never Forget Us, levantado pelos fãs durante uma das canções.

 


Com o Play-N-Skillz já tendo participado da abertura, era esperado que Leslie Grace aparecesse, correto? E ela apareceu. E como apareceu. Anunciada aos 45 minutos do segundo tempo, a Noix – empresa responsável pela organização – confirmou que Leslie participaria de todos os shows latinos. Além de cantar Lo Siento, ela também cantou mais três músicas, incluindo uma homenagem à cantora Selena Quintanilla.

O final do concerto foi maravilhoso, com todos os fãs cantando para os artistas. Donghae e Siwon foram rápidos em sacar seus celulares e gravar vídeos para registrar a energia do pessoal. E prometeram voltar. Dessa vez sem demorar 4 anos para isso.

 

Reprodução: Twiter@LunaPark

 

Reprodução: Twiter@LunaPark

 

Quando tudo parecia ter acabado, uma última surpresa ainda estava guardada. Kyuhyun e Ryeowook gravaram uma mensagem para o público diretamente de seus serviços militares. Como são proibidos por regras do exército de mostrar seus rostos em atividades profissionais, eles apenas gravaram a voz e os managers fizeram a dublagem. Se fosse comum demais não seria Super Junior, não é?

Rumores iniciais dão conta que podem haver mais shows por aqui no segundo semestre do ano, dessa vez incluindo o Brasil e outros países não contemplados nessa ocasião. Enquanto isso não é confirmado, podemos afirmar que, até lá e por muito tempo, não nos esqueceremos do Super Junior.

 

Por Greyce Oliveira
Fonte: Luna Park, OMG Kpop, Noix Entertainment
Não retirar sem os créditos

Publicitária, redatora e diretora de arte, sou CEO e fundadora da KoreaIN, a primeira revista brasileira sobre música e cultura asiática.