Esporte

[#Olímpiadas] Conheça o “Bingtan Sonyeondan”, a equipe que roubou os corações dos internautas coreanos

Os Jogos Olímpicos de Inverno em Pyongchang 2018 mal começaram e já atraíram os olhares internacionais. Atletas do mundo inteiro vão para competir nas mais diversas categorias da patinação artística à snowboard e chamam atenção pelo talento, esforço e histórias de superação.

A KoreaIN vai te dar mais uma motivação para acompanhar as Olimpíadas desse ano. A equipe de patinação de velocidade no gelo da Coreia do Sul está sendo chamada de “Bingtan Sonyeondan” pelos internautas (uma mistura de “bing” – gelo em coreano – com Bangtan Sonyeondan (BTS) já que um dos integrantes também se chama Yoongi).

Os rapazes já possuem uma legião de fãs e fazem os telespectadores se perguntarem se a Coreia anda escolhendo atletas pelo visual.
Para você conhecer melhor, separamos os 5 atletas da equipe nacional que já são ouro no nosso coração.

1- Im Hyojun


A primeira medalha de ouro da Coreia nesses jogos olímpicos vieram através dos esforços de Im. O moço de apenas 22 anos já passou por uma série de machucados e 7 cirurgias, mas provou que trabalho duro nunca é disperdiçado.
Hyojun já afirmou ser fã de Joy do Red Velvet e de Jenny do BlackPink.

https://www.instagram.com/p/BW2SkVul3vn/?taken-by=lim_hyojun

2- Hwang Daeheon


Hwang foi nomeado o “Rookie do Ano” na temporada de 2016/2017 pela União de Skating da Coreia. Ele possui apenas 19 anos e já realizou o recorde em 2016 na categoria “1000m Short Track Speed Skating” nos Estados Unidos.

https://www.instagram.com/p/BctTbShFRKM/?taken-by=daeheon_hwang

3- Seo Yira

https://www.instagram.com/p/BexnkSLhNuK/?taken-by=seo2ra

Seo tem 25 anos e começou a patinação aos 10, porque achou o esporte interessante. Seu herói é o companheiro de equipe Yoongy. Fofo, não?

4- Kim Dokyoum

https://www.instagram.com/p/BS5t5KGFna_/?taken-by=dokyoum_kun

Kim possui 24 anos e incríveis 1,82m de altura. Ele começou a patinação para melhorar sua saúde frágil e sua filosofia é “Uma tartaruga que possui um sonho, nunca ficará exausta”.

5- Kwak Yoongy

Com seus 28 anos e 1,60m de altura, Kwak é o mais velho entre seus companheiros. Ele afirmou treinar cerca de 8h por dia e é veterano de competições, reunindo diversos títulos durante sua carreira.

As Olimpíadas acontecem até o dia 25 de fevereiro.

Por Caroline Akioka
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[#OLÍMPIADAS] Patinadores japoneses performam tema de anime Yuri!!! On Ice nas Olímpiadas de Pyongchang 2018

Essa semana se iniciaram os Jogos de Inverno de Pyongchang 2018, marcada por uma abertura digna de recorde mundial e também pelas duas Coreias marchando juntas por uma só bandeira. A patinação artística também chamou atenção de fãs de animes ao redor do mundo.


O casal japonês Miu Suzaki e Ryuichi Kihara performaram o tema Yuri!!! On Ice, trilha sonora do anime de mesmo nome. A trama trata-se de esportes, drama e competição e conta a história do patinador artístico japonês Yuri Katsuki, que após uma série de decepções, decide voltar às competições para vencer o jovem patinador russo Yuri Plisetsky. O anime é mundialmente famoso e foi considerado a melhor série da temporada de 2016 por sites especializados.
A rotina de Sazaki e Kihara foi marcada por grande técnica e sincronismo e apesar de não chegar as finais, conquistou os fãs que alegam que a apresentação fez jus à grandiosidade do programa e se emocionaram de ver o anime ser trazido a vida real no ringue Olímpico.

Confira:

Por Caroline Akioka
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Via Asian Crush

[#OLIMPÍADAS] Abertura das Olimpíadas de Inverno na Coreia do Sul entra para o livro dos recordes

Os 1280 drones utilizados durante a cerimônia de abertura dos jogos olímpicos de inverno de 2018 em Pyeongchang conquistaram seu lugar no World Guinness Book. A quantidade de drones superou a antiga marca feita na Alemanha nos jogos de inverno de 2016 com 500 drones.

 

O show foi realizado pela Intel, que por alguns problemas de logística minutos antes, não pode realizar a performance ao vivo.
Os presentes assistiram o show de luzes previamente gravado pelo telão e a apresentação não só encantou as 35 mil pessoas do estádio, como também os telespectadores.

 

Veja aqui o Behind The Scenes:

 

Por Carol Akioka
Fonte: wired, recorde
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Cerimônia de Abertura e Encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno na Coreia do Sul prometem KPOP

E já foi dada a largada para a Olimpíada de Inverno de PyeongChang, na Coreia do Sul. Os jogos tiveram início hoje, 8,  e vão até dia 25 de fevereiro, prometendo finalmente aquecer o inverno coreano, que chegou a registrar essa semana sensação térmica de -30 graus.

A cerimônia de abertura acontece amanhã, dia 9, às 9h (horário de Brasília), no PyeongChang Olympic Stadium e promete uma temperatura mais amena, -10ºC. A organização distribuirá 35 mil kits contra o frio, para as mais de 2 horas de evento.  Já a festa de encerramento é no dia 25, mesmo horário e mesmo local.

Os dois eventos principais procuram mostrar o melhor da cultura e história da Coreia do Sul. A cerimônia de abertura promete trazer a cantora Hyorin (ex-Sistar) performando o hino nacional, “Aegukga”. Durante o hasteamento da bandeira olímpica, os cantores de ópera SumiJo e Ryu JungPhil cantarão o hino das olimpíadas na Coreia.
Representando a cultura pop e indie, Ha HyunWoo, o vocalista da banda de rock Guckkasten, terá uma performance solo. O cantor faz parte do cenário musical desde os anos 2000, mas foi sua participação recordista no programa de “King of Masked Singer” que ele e sua banda atingiram a fama.
Outras performances confirmadas foram de Ahn JiYoung, integrante do duo indie Bolbbalgan4, uma das artistas mais famosas da Coreia nos últimos anos. Ela se apresentara com o cantor veterano Jeon InKwon e a banda Deulgukhwa, donos dos clássicos “Don’t Worry, my Dear” e “That’s my only world”. A performance mostrará a comunicação entre as gerações da música coreana.

Os shows de encerramento prometem trazer muito mais de kpop, com o boygroup EXO e a solista CL, ambos mundialmente famosos entre os jovens. EXO já tem bastante experiência com evento olímpicos. O integrante Baekhyun recentemente cantou o hino da Coreia do Sul na cerimônia oficial do comitê olímpico e o grupo fez a abertura do 2014 Incheon Asia Games.

Participarão dos jogos 92 nacionalidade, que vão disputar em 14 esportes: 7 de gelo (bobsled, skeleton, luge, curling, hóquei, patinação de velocidade e patinação artística) e 7 de neve (combinado nórdico, salto com esqui, snowboard, biatlo, esqui estilo livre, esqui alpino e esqui cross-country).

 

Você poderá acompanhar a abertura, encerramento e disputas nos streams abaixo:

SporTV.com

PyeongChang 2018 YouTube Channel

NBCOlympics.com

www.sbs.co.kr

beinsports.com

eurosport.com

 

Por Naira Nunes
Fonte: globoesporte, soompi, 2018winterolympicswiki e allkpop
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A Coréia do Sul encerra paralimpíadas 2016 em 11º lugar

Os Jogos Paralímpicos 2016, realizados no Rio de Janeiro se encerrou no último domingo (18/09/16), e a Coréia do Sul obteve um resultado satisfatório, alcançando 35 medalhas no maior torneio esportivo mundial.

E para você que não acompanhou todos os resultados sul-coreano, nós da KIN trazemos para você os destaques deste evento que reuniu tantos talentos do mundo.

 

Águas de ouro

A natação nas paralimpíadas é uma modalidade que sofre algumas adaptações em suas regras, como a posição de largada, sendo dentro da água, ao lado do bloco de partida ou sentado. Assim como os atletas que possuem algum membro amputado, não podem usar as próteses.

Com todas essas modificações, a natação paralímpica foi a que mais rendeu ouros para a Coréia do Sul, sendo 04 (quatro) no total e destacando o atleta sul-coreano Jo Gi-seong, que conquistou o pódio três vezes nesta paralimpíada 2016.

 

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Figura 1 – Jo Gi Seong, que conquistou três medalhas na Natação.

Tiro Esportivo

O tiro esportivo é um esporte paralímpico muito democrático, uma vez que ele possui um sistema de classificação que permite que diversos atletas consigam competir tanto no individual como em grupo.

Esta modalidade foi uma que não cansou de ver os sul-coreanos subirem no pódio. Foram ao todo 7 medalhas para o país. Entre os que se destacaram nesta categoria foram os atletas, Kim Geu-soo e Lee Ju-hee que ganharam duas medalhas cada. Mostrando que o time da Coréia do Sul veio com grandes competidores nesta categoria.

Figura 2 - O tiro esportivo rendeu seis medalhas para Coréia do Sul.
Figura 2 – O tiro esportivo rendeu seis medalhas para Coréia do Sul.

 

Bolinha Veloz

A Coréia do Sul mostrou desenvoltura e garra no Tênis de Mesa, que é uma das modalidades paralímpica que mais rendeu medalha no torneio. Apesar dos chineses dominarem a modalidade e sendo a principal potência, os atletas sul-coreanos subiram no pódio 9 vezes. O mais interessante não foram só as medalhas individuais que se destacaram, como da mesa-tenista Seo Su-Yeon, que ficou com a prata do individual feminino (classe 1-2), mas as medalhas por equipe, foram no total 4, que  fizeram o grupo sul-coreano se tornar exemplo na modalidade de mesa.

Além destas modalidades que destacamos, a Coréia do Sul ganhou medalhas em outras categorias, como de Tiro com Arco, que renderam três medalhas aos coreanos. Na Bocha os atletas paralímpicos subiram 3 vezes no pódio. Já no Judô e Atletismo foram 4 e 3 medalhas no total. Com Ciclismo de Estrada, que fizeram eles subirem ao menos uma vez no pódio e fechando com a Maratona, levando a medalha de bronze na categoria masculina.

Assim, a Coréia do Sul encerra sua participação nas paralimpíadas 2016, terminando em 11° lugar. E vamos esperar mais um grande desempenho dos atletas paralímpicos na Japão 2020.

Veja abaixo nosso infográfico da Coréia do Sul nestas paralimpíadas.

 

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Por Helô Oliveira
Fonte: Rio 2016; Smsprio2016
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Os destaques da Coreia do Sul na história dos Jogos Paralímpicos

Dando seguimento a essa época da maior competição esportiva mundial, os Jogos Paralímpicos estão aí para mostrar que a festa não acabou em agosto. E para que você possa continuar torcendo pela Coreia do Sul, além do Brasil, trouxemos os detalhes, as curiosidades e as medalhas das participações do país asiático nas Paralimpíadas.

Enquanto os Jogos Olímpicos da modernidade existem desde 1896, tendo a Coreia participado pela primeira vez em 1948, levou mais de meio século para que fossem criados os jogos voltados para pessoas com deficiência. Tendo sua primeira edição em 1960, em Roma. A Coreia do Sul começou a enviar atletas para a competição já na terceira edição, em 1968, em Tel Aviv. De lá até hoje, já foram 13 Paralimpíadas de Verão em que o país esteve presente e assim como nas Olimpíadas, o desempenho dos Sul Coreanos impressiona. Entre cerca de 200 delegações que participam ou já participaram dos Jogos, a Coreia do Sul está em 15º no ranking de todos os Jogos Paralímpicos de Verão. São ao todo 306 medalhas, sendo 119 de ouro, 95 de prata e 92 de bronze.

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Símbolo e pictogramas das modalidades paralímpicas na Rio 2016

Apesar de um começo não muito prestigioso, sem conseguirem medalhas em suas primeiras Paralimpíadas em 1968, na edição seguinte, em Heidelberg 1972, os sul coreanos voltaram para casa com 7 medalhas, sendo 4 de ouro, 2 de prata e 1 de bronze. Naquele ano, haviam atletas do país apenas em 4 modalidades: atletismo, tiro com arco, tiro com dardo e tênis de mesa. Desses 4, apenas no atletismo não houveram medalhas. O destaque foi para Cho Keum-im, que não só participou de três modalidades, como subiu no pódio 3 vezes. Uma com ouro, no tiro com arco individual feminino, e 2 com prata, um no time misto de tiro com arco e outro no tiro com dardo. Ela chegou a participar também do tênis de mesa, mostrando sua incrível versatilidade como atleta. Outro atleta versátil foi Song Sin-nam, que participou de três categorias do atletismo e ainda pegou o ouro no tênis de mesa masculino, esporte responsável por 3 dos 4 ouros do país naquele ano.

Quatro anos depois, em Toronto 1976, a habilidade dos sul coreanos no tênis de mesa se manteve, com medalha de ouro, prata e bronze no masculino, individual e por equipe, além de outra prata no tiro com arco. Uma curiosidade é que foram apenas 9 atletas que participaram de 11 categorias no total, e mesmo com essa pequena delegação, eles voltaram para casa com 4 medalhas. O destaque aqui vai para Choi Tae-am, que defendeu o seu título no tênis de mesa conquistado em 1972, e repetiu o feito com outro ouro em 1976 (além de participar da equipe que conseguiu a prata). E não parou por aí, já que voltou em 1980, onde ficou com a prata e depois de 8 anos voltou para competir em casa na mesma categoria, mesmo que não tenha conseguido a medalha. Foram 4 participações em Paralimpíadas, com 16 anos de diferença entre a sua primeira e sua última participação.

Choi Tae-am não foi o único sul coreano a participar e ganhar medalhas em mais de uma edição do Jogos. Kim Yoon-bae, por exemplo, mostrou sua melhora ao, depois de falhar em conseguir a medalha no tiro com arco em 72, voltar com a prata em 76 e o ouro em 80. Já Kim So-boo participou de 12 categorias ao longo de 4 paralimpíadas, entre 1976 e 1992, sendo 1 categoria no atletismo em 76 e as demais em tênis de mesa. Nesse meio tempo, conseguiu 3 medalhas: 2 bronzes e 1 prata.

Em Arnhem 1980, novamente o país investiu no tênis de mesa, e não à toa, já que de 10 categorias participantes, 4 saíram medalhas para os coreanos. Um detalhe curioso é que em todas as disputas de medalhas em que o país participou, três finais e 1 bronze, foi contra um atleta de um país de idioma germânico.  Foram duas disputas contra austríacos (uma vitória e uma derrota para cada um) e duas contra alemães (novamente com vitória e derrota).

BEIJING - SEPTEMBER 11: Keum-Jong Jung of Korea wins Bronze in the Men's -56 kg during the Powerlifting at the Beijing University of Aeronautics & Astronautics Gymnasium during day five of the 2008 Paralympic Games on September 11, 2008 in Bejing, China. (Photo by Jamie McDonald/Getty Images)
Halterofilista Jung Keum-jong conquistando o bronze em Pequim 2008, a mesma cor de medalha que conseguiu 24 anos antes, em 1984. (Photo by Jamie McDonald/Getty Images)

Em 1984, a Coreia do Sul se diversificou mais, participando de novas categorias, como a natação, o tiro esportivo e o levantamento de peso. Esta última inclusive rendeu um bronze para o país, com Jung Keum-jong, atleta de grande importância na modalidade. Participou de Paralimpíadas até Pequim 2008, em um total de 7 olimpíadas e com medalhas em todas elas, sendo ouro em 88, 92, 96 e 2000, prata em 2004 e bronze em 84 e 2008. Por outro lado, o tiro com dardo deixou de ser modalidade paralímpica, diminuindo um pouco as chances de aparecerem mais medalhas para a Coreia. E não surpreendentemente, ainda em 1984, as demais medalhas, duas pratas, vieram no tiro com arco e no tênis de mesa.

Novamente, o “boom” que fez o país se tornar uma potência na competição foi nos Jogos Paralímpicos de Seul 1988. Até então, as Olimpíadas e as Paralimpíadas de Verão até aconteciam em datas próximas, mas sempre em países diferentes. Apenas em 1988 que passaram a ser realizadas no mesmo lugar, o que realmente ajudou os sul coreanos, aumentando o quadro de atletas participantes. Conseguiram ao todo 94 medalhas: 40 de ouro, 35 de prata e 19 de bronze, ficando em 7º lugar no quadro de medalhas. Para isso, o número de atletas participantes, como é comum, subiu, e não foi pouco. Em 1984, eram 18 coreanos na competição. Quatro anos depois eram 226 competindo.

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Símbolo das Paralimpíadas de Seul 1988

Pode ser também surpreendente, mas não foi nem o tênis de mesa e nem o tiro com arco a estrela do esporte sul coreano, mas o atletismo. O esporte, que passou por várias paralimpíadas sem ver um competidor sul coreano, foi responsável por 40% das medalhas da Coreia naquele ano, sendo 16 ouros, 11 pratas e 9 bronzes. O destaque aqui é de Son-hoon, que competiu em 4 categorias do atletismo e conseguiu ouro em todas elas. O país também medalhou em 12 das 18 categorias daquele ano, incluindo tiro com arco, judô, tiro esportivo, natação, esgrima em cadeira de rodas, levantamento de peso paralímpico, ciclismo, tênis de mesa, bocha, halterofilismo e lawn bowls. E, com exceção dessa última, todas as demais modalidades tiveram pelo menos um ouro para o país.

Foi também em Seul 1988 que Lee Hae-gon, atleta de tênis de mesa, competiu pela primeira vez. Ele é o atleta paralímpico da Coreia do Sul que mais conseguiu ouros até o momento. Ao longo de 5 edições dos Jogos Hae-gon conquistou 6 ouros, 1 prata e 2 bronzes. Para se ter uma noção, ele participou de 11 competições dos Jogos no total, o que significa que ele só não conseguiu medalha em 2 ocasiões, além de ter ido para uma final 7 vezes, subindo no lugar mais alto do pódio pelo menos uma vez a cada 4 anos.

Depois de competir em casa, diminuiu-se o número de classificados para participarem dos Jogos pelo país, como é de se esperar, mas sediar os Jogos fez com que mais atletas competissem nas edições seguintes do que antes de Seul 88, ficando uma média entre 60 e 90 atletas coreanos por Paralimpíada. Por isso, passaram a conseguir também mais medalhas. Em Barcelona 1992, foram 44, sendo 11 de ouro. Em Atlanta 1996, foram outras 30 medalhas, sendo quase a metade de ouro. Já em Sidney 2000, a maioria das 32 medalhas foram de ouro.

Nos anos seguintes, o país manteve sua média de 30 medalhas por Jogos, bem equilibrados entre ouro, prata e bronze. Nas últimas Paralimpíadas em Londres 2012, inclusive, foram 9 de cada. Em relação aos esportes, o país manteve conquistando medalhas naqueles que já mostraram seu valor antes. A modalidade em que eles mais conquistaram medalhas até agora é o Tênis de Mesa, com 76 medalhas no total. Por outro lado, o maior número de ouros veio com o Atletismo, 27 no total (2 a mais que no tênis de mesa). Depois deles, vem a natação, que rendeu aos coreanos 23 medalhas de ouro e 47 no total.

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Pódio do tiro esportivo em Pequim 2008, com as coreanas Lee Yun-ri em primeiro e Kim Im-yeon em segundo.

Foi um período também de multicampeões paralímpicos. Além dos já mencionados anteriormente, outros paratletas do país também participaram de mais de uma olimpíada e saíram premiados em várias delas. No tiro esportivo temos Kim Im-yeon, pentacampeã paraolímpica, que competiu 15 vezes entre 1992 e 2008, conseguindo 5 ouros, 3 pratas e 1 bronze, sendo a maior medalhista do país em eventos individuais. Kim Kyung-mook, do tênis de mesa, também foi outro atleta a competir muitas vezes, num total de 14 participações, só falhando em subir no pódio 2 vezes, ficando com 4 ouros, 2 pratas e 6 bronzes. Enquanto sua medalha mais antiga é de 1992, a mais recente é de 2012. Ele competirá sua 7ª olimpíada aqui no Rio, buscando mais uma medalha e, quem sabe, igualar o recorde de ouros de Lee Hae-gon. Ao lado dele, na conquista do ouro por equipes em 2004, estava Kim Young-gun, que também foi campeão no individual em 2004 e em 2012, e agora em 2016 retornará ao Rio para defender seu título. Outro tetracampeão, agora no tiro com arco, é Lee Hak-young, que começou a vencer em casa, e manteve o título até 2004.

Assim, a equipe sul coreana desse ano virá com vários campeões defendendo o título, além de novatos promissores que podem se tornar atletas consagrados em pleno solo brasileiro. O nível da disputa das Paralimpíadas está nas alturas, e os atletas merecem toda a nossa torcida. E você, vai ficar de fora ou entrará no clima desses Jogos?

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Kim Kyung Mook, medalhista em seis Paralimpíadas e classificado para a Rio 2016

 

Por Paula Bastos
Fontes: paralympic.org, International Paralympic Committee, ITTF, wikipedia
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A incrível participação da Coreia do Sul nas Olimpíadas Rio 2016

Hoje encerra a primeira olimpíada realizada na América do Sul. Local? Rio de Janeiro, na cidade maravilhosa. E que show olímpico, o país foi elogiado já com sua abertura e recebemos o mundo inteiro com aquela alegria e calor que só o brasileiro possui. Já estamos com saudades e esperamos que os sul-coreanos também sintam saudades desse período que passaram aqui.

A Coreia do Sul foi um show a parte, e a KoreaIN em seu compromisso de conectar culturas, mostra como foi a sua participação em nosso país.

 

Tudo começa com Judô

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A primeira medalha para a Coreia do Sul veio dessa competição, Jeong Bo-kyeong da categoria Peso ligeiro -48Kg, apenas não conseguiu vencer a argentina Paula Pareto. Apesar de tudo, Jeong queria o ouro, tanto que chegou a tingir os cabelos de loiros pensando no feito. Após a luta declarou: “Eu perdi dela (Pareto) no último mundial, e eu acho que eu baixei a um pouco a guarda nesse tempo também. Eu estava me sentindo muito melhor na final do que eu fiz no início do dia, e por isso eu esperava ganhar ouro.”

No peso médio-leve -66kg também teve prata, mas no masculino com o coreano An Baul. An é campeão mundial e era um favorito, mas foi atordoado por Fabio Basile, da Itália. E para fechar a participação da Coreia do Sul no judô, Gwak Dong-han ganhou o bronze no peso-médio -90Kg. “Eu treinei duro para ganhar a medalha de ouro, e depois de perder nas semifinais, eu não estava me sentindo tão bem comigo mesmo”, disse ele. “Estou me sentindo um pouco melhor agora. Eu estava em boa forma e eu percebi que as coisas iriam correr bem hoje. Não ia acontecer dessa forma.” Apesar de não ter ganhado o ouro acrescentou: “Eu sou grato por esta medalha de bronze”.

 

A invencibilidade do Tiro com Arco

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A fama já era conhecida e as medalhas esperadas. Não teve para ninguém nessa modalidade, o primeiro ouro para o país veio na competição masculina por equipes. Kim Woo-jin, Ku Bon-chan e Lee Seun-gyun já eram campeões mundiais e favoritos na prova, já chegaram atropelando nas primeiras fases e venceram os Estados Unidos na final. Foi o quinto título do país nessa modalidade, quarto das últimas cinco edições. Kim comentou que a conquista foi em grupo: “Estava esperando por este momento, para ganhar o ouro novamente, pelos últimos quatro anos. Confiamos um no outro e simplesmente aconteceu. Conversamos o tempo todo durante a prova e ganhamos essa medalha coletivamente”. Muito espírito olímpico não é?

Kim Woo-jin alias é responsável pelo primeiro recorde batido nas olimpíadas, na prova individual foram 700 pontos com 72 flechas na competição de tiro com arco, superando seu compatriota Im Dong-Hyun, das Olimpíadas de Londres. Quer mais? Bon-chan, seu colega de equipe, venceu a Prova Individual e comemorou com 2 medalhas de ouro no peito.

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As mulheres, que nunca perderam uma Olímpiada desde que competem na modalidade, não podiam fazer feio não é? E não fizeram! Choi Mi-sun, Chang Hye-jin e Ki Bo-bae venceram as russas e confirmaram que no Tiro com Arco elas permanecem no topo. E no individual teve dobradinha, Hyejin Chang superou sua compatriota, e favorita do ouro, Ki Bobae nas semifinais e disputou o ouro com a Alemanha, vencendo. Hyejin Chang, portanto, levou o ouro e Ki Bobae acabou ficando com o bronze. A campeã comentou: “Estou muito orgulhosa por conquistado mais um ouro para a República da Coreia. Pensei positivo durante toda a prova e tentei me manter confiante na final”.

Foram 5 medalhas para a Coreia do Sul no Tiro com Arco, sendo 4 douradas! Ou seja, a Coreia do Sul esteve em primeiro em todas as modalidades, hegemonicamente!

 

No Tiro Esportivo, a Coreia do Sul faz história

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Já podemos notar que é um país de atiradores, certo?  Nessa categoria a Coreia do Sul também tinha um favorito. E Jun Jong-Oh em sua prova preferida, pistola livre a 50 metros, não apenas ganhou a medalha dourada como se tornou o primeiro atirador a estar no topo do pódio em três edições consecutivas, em Pequim 2008, Londres 2012 e agora Rio 2016.

Também teve mais medalhas no Tiro Esportivo, mas dessa vez na categoria carabina deitado 50m, onde o sul-coreano Kim Jong-Hyun (não, não é do SHINee) conquistou a medalha de prata para a República da Coreia.

 

Ozo, ozo, ozo de virada é mais gostoso!

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narramos como Park Sang-Young não se contentou em perder, mas vale sempre lembrar. O sul-coreano estava perdendo de 10 a 14 pontos para o húngaro Géza Imre, mas surpreendeu por fazer uma série notável de cinco pontos e conquistou a vitória. Baixo no ranking mundial, ele contou como foi conseguir essa grande vitória: “Os Jogos Olímpicos são um dos maiores eventos esportivos do mundo inteiro e eu tentei dominar minhas fraquezas” e “Foi impressionante ganhar após ter estado em uma colocação baixa”.

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O esgrimista Kim Jung-Hwan também levou sua medalha para casa, na categoria sabre individual, ele derrotou Mojtaba Abedini do Irã, num ataque 15-8 na Arena Carioca. Kim já havia ganhado um ouro por equipes em Londres e queria provar seu valor no individual, para ele a medalha de bronze foi tão importante quanto a de ouro, declarou: “Eu fiz tudo isso por mim”.

 

No golfe, uma lição!

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E coreano sabe lá jogar golfe? Coreano eu não sei, mas Inbee Park provou que as coreanas sabem sim. A Coreia do Sul possui um domínio nos circuitos profissionais femininos de golfe, embora por tradição o mundo volte os olhos para americanos e europeus. A sul-coreana, que manteve a consistência durante toda a prova, e na última rodada garantiu cedo a vitória. Apesar de tudo, foi alvo de pressões para desistir dos Jogos Olímpicos, Inbee Park respondeu em ouro.

 

Aha, uhu, o Taekwondo é nosso!

O Taekwondo é modalidade olímpica recente e mais: COREANA. Era de se esperar que a Coreia do Sul ganhasse suas medalhas. Foram enviados 5 atletas para o Rio 2016 e todos voltaram com medalhas. As mulheres com ouro e homens com bronze.Y2016082005966-650

Oh Hye-ri que disputou a categoria -67kg, só confirmou outra hegemonia coreana, pois a Coreia do Sul não perde um pódio nessa modalidade desde que o esporte tornou-se olímpico em 2000, são 4 medalhas de ouro e uma de bronze na história. A campeã declara: “Eu gostaria de dizer que tudo foi perfeito hoje.” Kim So-hui  também faturou a medalha de ouro na categoria até 49 kg, num jogo duro contra a Tijana Bogdanović da Sérvia, que teve uma recuperação durante o jogo, mas por 1 ponto a coreana se garantiu em primeiro no pódio.

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As medalhas de bronze masculinas são de Kim Tae-hun (até 58kg), que conseguiu chegar as semifinais após a repescagem; Cha Dong-min (acima de 80kg) e Lee Dae-hoon (até 68kg), este último ganhando fãs brasileiras que ficaram apaixonadas não só pela sua luta, mas como sua beleza.

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Cenoura & bronze!

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Não é apenas com ouro que se premia vitórias. A dupla feminina de Badminton Jung Kyung-eun e Shin Seung-chan, num esporte dominado por asiáticos, ganharam na China e conquistaram o bronze. Medalhas também foram conquistadas no Levantamento de peso até 53kg com a coreana Yoon Jin-hee e na Luta Olímpica Greco-romana 75kg Masculino com Kim Hyeon-woo. Kim passou por uma controvérsia, que em sua primeira luta gerou uma derrota, onde alega ter feito um golpe de 4 pontos, mas tendo recebido apenas 2. O desafio foi negado, chegando a semifinal o sul-coreano venceu Croácia e trouxe o bronze para a República da Coreia.

 

Menções honrosas

Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, Brasília, DF, Brasil, 10/8/2016 Foto: Andre Borges/Agência Brasília Coreia do Sul e México jogam nesta quarta-feira (10), no Estádio Mané Garrincha, pelo grupo C do futebol masculino nas Olimpíadas 2016.
Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, Brasília, DF, Brasil, 10/8/2016 Foto: Andre Borges/Agência Brasília

Não podemos esquecer de mencionar o futebol coreano que surpreendeu nas Olímpiadas, apesar de ser eliminado por Honduras nas quartas de final. Seu crescimento foi há olhos vistos, empatando e ganhando de campeões. Pensar que essa é a próxima geração, teremos ai medalhas no futuro?

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As ginastas sul-coreana Lee Eun-ju e norte-coreana Hong Un-jon protagonizaram um momento cheio de espírito olímpico, onde tiraram uma selfie juntas, o ato se tornou um símbolo. “Eu a vi e pedi para tirar uma foto, queria ficar com uma recordação”, afirmou a ginasta ao canal sul-coreano KBS.

Também pudemos protagonizar momentos únicos, onde a população brasileira “adotava” a Coreia do Sul para torcer quando não era contra o Brasil em quadra, onde cantavam e torciam. Algumas pessoas ainda declararam para a KoreaIN: “Os coreanos são muito atenciosos, nos deram broches, bandeiras e balões.”

No Leme, a Coreia do Sul abriu as portas para os brasileiros, teve k-pop, apresentações diversas, comida, simulações na Casa Pyeongchang, que mostrava um pouco como seriam as Olímpiadas de Inverno no país do kimchi.

 

INFOGRAFICO---COREIA-DO-SUL

 

 

Está não foi nem de longe a melhor participação da Coreia do Sul em termos numéricos, conquistando 21 medalhas (9 de ouro, 3 de prata e 9 de bronze) e terminando em 8ª posição. Mas uma experiência pode ser medida apenas por números? Foi uma oportunidade enorme para nós amantes da cultura entrarmos em contato com a Coreia do Sul e mostrarmos a nossa cultura para os sul-coreanos. Esperamos que todos tenham se sentido bem-vindos e tenham ótimas memórias para recordar, porque em Pyeongchang 2018 queremos estar lá!

Lembrem-se, no próximo dia 07 terá a início as Paraolimpíadas, na Rio 2016. Vamos torcer muito pela Coreia e pelo Brasil.

 

Por Amanda Carolina
Fontes: Rio2016, Tabelas Google Rio 2016, Yonhap News, Korea Herald, Publico, Korea Times, DN, Terra
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Idols atletas: integrantes de grupos de kpop que já competiram em esportes

Conhecidos por terem rotinas exaustivas e trabalhosas, idols tem treinamentos diários dignos de atletas olímpicos. Não é de se surpreender então que alguns deles tenham sido, de verdade atletas, que talvez ainda não tivessem nível olímpico, mas que estavam nesse caminho.

Durante essa época de olimpíadas do Rio, a K-IN separou alguns integrantes de grupos de kpop que vão além da prática de esporte mais casual e poderiam estar conquistando medalhas ao invés de prêmios musicais hoje em dia.

Já pensou ver alguns deles competindo aqui no Brasil?

 

Nichkhun – 2PM

O integrante tailandês-americano do 2PM é habilidoso não só com a música, mas também com a raquete. Desde os 9 anos, quando morava nos Estados Unidos, ele joga badminton, e os anos de prática o levaram a um nível elevado. Quando terminou o ensino médio, ele virou treinador do time de badminton da Rosemead High School, na Califórnia, na mesma cidade onde foi descoberto por um agente da JYP Entertainment, no Los Angeles Korean Music Festival. Maníaco por se exercitar, ele ainda chama a atenção quando pratica o esporte em eventos e programas de variedade.
Em 2014, participou do especial de badminton do programa da KBS Cool Kids on the Block, em uma competição do esporte com idols e atletas. Participaram inclusive esportistas coreanos de renome do esporte, como Park Joo Bong, Kim Dong Mun e o número 1 do mundo, Lee Yongdae, que ficaram impressionados com a habilidade de Nichkhun. O cantor do 2PM também é modelo porta-voz do Yonex Korea, em especial da linha de badminton deles. A marca até o chamou em 2014 para o Yonex Badminton Competition for Multicultural Families, evento sobre o esporte e sobre famílias com origens culturais diversas, campo em que Nichkhun é um representante perfeito.

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Key – SHINee

Conhecido hoje por fazer parte do SHINee, Key poderia ser também uma referência no esqui aquático. Praticante da categoria de wakeboarding, ele ficou em primeiro em competições a nível nacional do esqui aquático entre estudantes do ensino fundamental e médio por 2 anos seguidos, em 2006 e 2007, enquanto estudava na escola Dae Gu Yeong Shin. A conquista dos títulos no esporte é contemporânea a sua busca por ser um idol, já que ele se tornou trainee da SM Entertainment também em 2006. Isso quer dizer que ele manteve as rotinas de atleta e trainee simultaneamente, e com sucesso, por 2 anos. No entanto, depois disso deixou os treinos esportivos para ficar com a música, quando debutou em 2008.

 

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Leo – Vixx

Vocalista principal do VIXX, Leo não praticava ativamente um único esporte, mas quatro bem diferentes: natação, boxe, taekwondo e futebol. Não foram poucas conquistas também. Ele venceu vários campeonatos de natação e boxe, chegou até a quarta faixa de taekwondo, e foi também membro de um grupo nacional de jovens jogadores de futebol, entre 2004 e 2007.
Seu interesse em virar cantor veio justamente enquanto estava se recuperando de uma lesão e ouviu a música “Walking in the sky”, do cantor Wheesung. Depois de virar um idol, suas habilidades atléticas não ficaram de lado, como é possível ver em diversos programas de variedades com competições esportivas. Ele participou inclusive de uma partida de futebol em um episódio de “Running Man” onde conheceu os ex-jogadores do time coreano Park Ji Sung e Seol Ki Hyon. A experiência foi ainda mais especial para Leo, já que Park Ji Sung era seu ídolo de infância. Ele chegou a tirar uma foto com o jogador e disse que foi incrível para ele poder conhecê-lo, apesar de ter ficado também um pouco nervoso a princípio, sentimento que muitos fãs hoje tem com o próprio cantor.

 

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Doojoon – Beast

Já bem conhecido por adorar futebol, Doojoon jogava em sua infância e desejava seguir a carreira do esporte até seu ensino médio, quando assistiu ao documentário do Big Bang e resolveu que queria ser um idol. Depois disso, mesmo virando cantor, não deixou seu esporte favorito de lado. Seus amigos já revelaram inclusive que ele carrega uma espécie de trave de gol dobrável e portátil consigo para, no tempo livre, jogar uma partida entre idols e managers.
Tanto tempo jogando o fez ganhar habilidades com a bola, recebendo elogios por conseguir competir inclusive com profissionais. No show Cool Kiz On The Block, ele teve a oportunidade de jogar contra o time de futebol feminino do Brasil. Lá, ele chegou a disputar a bola com a Formiga. A K-League, liga de futebol profissional da Coreia do Sul, apontou Doojoon como embaixador honorário deles.

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Jackson – Got7

Hoje encantando às fãs do Got7, Jackson podia estar hoje trazendo medalhas olímpicas para o seu país, já que ele é um ex-integrante do time nacional de esgrima, na categoria de sabre, de Hong Kong, onde nasceu. Seus pais eram ambos atletas chineses, o que o incentivou a começar aos 10 anos de idade os ensinamentos por treinadores profissionais, incluindo seu pai Wang Rui Ji, ex-treinador do time nacional de esgrima. Ao longo dos anos Jackson conquistou diversos prêmios, inclusive ficou em 11º nas Olimpíadas de Verão da Juventude, em 2010. Também ganhou o primeiro lugar no Campeonato Asiático Júnior e Cadete de Esgrima, em 2011. No mesmo ano ele expressou o interesse de virar cantor e conseguiu convencer seus pais em seguir seu novo sonho, e mudou-se para a Coreia do Sul para se juntar a JYP.

Jackson Wang durante uma competição em seus dias como esgrimista

 

Seungyoun – UNIQ

Integrante do UNIQ, que fez show em São Paulo em junho, essa não foi a primeira vez que Seungyoun veio ao Brasil. Hoje realizando o sonho de ser cantor, o idol antes queria ser um jogador de futebol. Foi com esse sonho que ele veio ao Brasil pela primeira vez, sozinho, aos 13 anos de idade. Ele morou aqui por 2 anos, e ficou conhecido entre amigos e colegas de turma pelo seu nome brasileiro “Luizinho”. Durante esse período, foi até jogador do time de base do Corinthians, provando que tinha habilidade para tentar seguir a carreira. Foi também aqui que aprendeu sobre vários tipos de música e surgiu o sonho de ser cantor. A princípio teve dificuldade em explicar para a mãe que comparado a jogar futebol, ele gostava ainda mais de cantar e, por isso, queria seguir esse novo sonho. Demorou um pouco para conseguir o seu apoio, mas quando fez 16 anos começou a perseguir esse sonho, que realizou depois ao debutar com o UNIQ.

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Casper – Cross Gene

O integrante chinês do Cross Gene sempre gostou de ouvir música, mas seu desejo original era ser um atleta. Ele treinou por 6 anos levantamento de peso, conseguindo prêmios relevantes em seu país, e ainda praticou por 1 ano corrida de curta distância. Assim como outros casos, Casper mudou do esporte para a música depois de um ferimento, no caso, uma contusão nas costas, o que o fez se aproximar da música e crescer a vontade de ser cantor, passando a participar de várias aquisições na China até ser chamado para ir para a Coreia, debutar com o Cross Gene.

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Dongjun – ZE.A

Quem não tem muito histórico pessoal de conquistas esportivas antes de virar idol, mas que merece uma menção honrosa, é Dongjun, que é conhecido por suas incríveis habilidades atléticas. Não à toa, ele tem um atleta correndo pelas veias. Sua mãe foi corredora e seu tio um jogador de basquete. Inicialmente, quando criança o cantor queria ser um ginasta, mas sua mãe não permitiu, então quando entrou no ensino médio resolveu jogar futebol, ao invés disso.
Entre os idols, Dongjun se destaca por ser um azarão e se sair bem em todas as atividades físicas que se propõe a fazer. Ele é conhecido como um dos melhores do Dream Team, no “Cool Kiz on the Block” e surpreendeu os membros do clube de badminton por uma habilidade a cima da média com apenas 7 dias de prática na modalidade. No 17º Jogos Asiáticos de Incheon em 2014, ele carregou a tocha da competição. Tendo o apelido de “idol-atlético”, em 2011, no especial de Chuseok de idols atletas ele conseguiu 2 ouros, nos 100 metros e 110 metros com barreira masculino.

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Por Paula Bastos
Revisado por: Naira Nunes
Fontes: Soompi, onehallyu, kpopstarz, daily kpop news, Xgenefans, loveindacube, kpopselca
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