Entrevista Exclusiva

[EXCLUSIVO] Cantor e compositor Yu Seung Woo conta sobre suas inspirações em entrevista à KoreaIN

O cantor Yu Seung Woo, em entrevista exclusiva à KoreaIN, revelou de onde vêm suas inspirações, projetos futuros e lugares que gostaria de conhecer. De personalidade tímida e gentil, confessou ficar surpreso ao saber que têm fãs no Brasil. Assista:

Yu Seung Woo é conhecido pela suave música acústica e já emprestou sua doce voz para trilhas sonoras de dramas famosos como Cunning Single Lady, Love in the Moonlight e Another Oh Hae Young. O jovem de apenas 21 anos teve sua estreia em 2013 e ficou famoso após se tornar TOP6 no programa SUPERSTAR K4.

Confira os maiores sucessos do cantor:

 

Por Caroline Akioka.
Não retirar sem os devidos créditos.
Agradecimentos especiais: Starship Entertainment e Far Music Entertainment.

Diretor de cinema sul coreano Jung Huh confessa já ter se inspirado em filmes brasileiros + Entrevista Exclusiva

O diretor Jung Huh, responsável pelos filmes de sucesso Hide and Seek (2013) e The Mimic (2017), veio ao Brasil especialmente para a 5ª Mostra de Cinema Coreano que acontece até o dia 22 desse mês no Centro Cultural São Paulo, organizado em conjunto com o Centro Cultural Coreano no Brasil.

Para a abertura do evento foram exibidos as duas obras de Huh e um debate com o diretor, repondendo às perguntas do público. A KoreaIN esteve por lá e conta como foi!

Durante o evento, Huh contou suas experiências no ramo e as diferenças entre o mercado nacional da Coreia e internacional. Afirmou que para conseguir ter sucesso no ramo cinematográfico, o diretor deve ser um multiplayer, muitas vezes tendo que roteirizar, produzir e dirigir a obra sozinho e ter que ser capaz de exercer múltiplas funções na criação de um filme. Ele acredita que o cinema coreano é principalmente autoral.

Ele disse que os produtores estão muito animados com a popularização dos filmes e que muito se deve ao incentivo cultural que o governo da Coreia do Sul dá ao cinema nacional. Porém, os cineastas estão sempre preocupados sobre a possível queda no interesse do público, então procuram se atentar aos detalhes e grandes produções para sempre agradar.

Jung Huh sempre se interessou em contar histórias e é um amante de lendas urbanas, mitos e contos de terror. Segundo ele, lendas urbanas são atraentes porque passam de pessoa para pessoa e levam um pouco dessa essência individual com elas, um sentimento único. Como suas referências no cinema, ele citou o diretor japonês Kiyoshi Kurosawa (Cure, Tokyo Sonata), pela habilidade de lidar bem com a tensão em suas criações, e o coreano Bong Joon Ho (The Host, Snowpiercer, Okja).

Huh confessou ter se inspirado no filme brasileiro ‘Som ao Redor‘ para sua obra ‘Hide and Seek’ e disse que é fã de algumas obras do nosso país. O diretor citou os longas ‘Central do Brasil’, ‘Aquarius’ e ‘Cidade de Deus’ como exemplos dos filmes brasileiros que ele já assistiu, sendo este último bem famoso entre diretores coreanos.

Quando perguntado pela plateia sobre suas próximas criações, Huh contou que está trabalhando em seu próximo projeto, com o cenário em andamento, porém nada concreto. “Provavelmente será algo mais semelhante à Hide and Seek” – ele contou. Ainda adicionou que um de seus desejos é voltar ao Brasil com sua próxima obra e finalizou o debate com um “muito obrigado” em português, enquanto era ovacionado pela plateia.

Cut de Hide and Seek

Após o evento, tivemos a oportunidade de fazer algumas perguntas ao diretor, que contou um pouco mais sobre a carreira em entrevista exclusiva à KoreaIN.

Jung Huh disse que começou a estudar cinema relativamente tarde, por volta dos 25 anos. Ele se interessou após participar de um grupo que estudava linguagem cinematográfica e Huh gostou de trabalhar em equipe para produzir algo. Desde então ele teve vontade de se tornar um diretor, sendo Hide and Seek e The Mimic suas maiores conquistas pessoais.

“Não é tão fácil produzir filmes. Só de ter conseguido produzir essas duas obras, para mim já é uma grande conquista.”

Quando perguntado sobre o sucesso dos filmes, o diretor foi humilde: “The Mimic não teve grande sucesso! (risos)“. Ele expressou que para ter sucesso, não tem um segredo. O importante é tocar o público da época em que o filme está sendo exibido e ainda afirmou que é preciso ter um pouco de sorte.

O diretor disse estar aberto a tentar outros gêneros como fantasia, no futuro, porém seu grande interesse é por terror e lendas urbanas:

Já tentei pensar em comédia, romance, porém acho que realmente não encaixa bem em mim (risos).

O filme ‘The Mimic’ possui um final relativamente aberto, que pode causar confusão e curiosidade nos espectadores. Perguntamos sobre as intenções do diretor com o desfecho da obra:

Eu queria tratar os mitos coreanos. Essas histórias sempre têm ideias diferentes dependendo do ponto de vista das pessoas. Eu queria criar um filme aberto para que dependendo do ponto de vista de quem assiste, ele pudesse ter sua própria conclusão, como nessas lendas.

Huh se mostrou um perfeccionista com suas obras quando perguntado sobre se gostaria de mudar algo em algum de seus longas. “Toda hora vem esse sentimento” – ele confessou. “Eu gostaria de ter tratado melhor a dor da mãe do personagem em The Mimic. Como foi misturado com terror, eu poderia ter aprofundado mais nesse sentimento, trazer um pouco mais o lado psicológico da protagonista.”

Finalizando nossa entrevista, ele contou um pouco mais sobre seu próximo projeto: “Quero fazer algo mais sombrio”. Conhecendo os antigos projetos de Jung Huh, já podemos aguardar ansiosamente por mais terror e alta qualidade cinematográfica.

A Mostra de Cinema Coreano fica em exibição até o dia 22 de junho no Centro Cultural São Paulo.

Por Caroline Akioka
Imagens por May Engly.
Não retirar sem os devidos créditos.

[Entrevista] “Gostaríamos de mostrar um sexy saudável em vez de um sexy degradativo”, Stellar define seu estilo e fala sobre a vinda ao Brasil

Falta pouco tempo para que os brasileiros possam ver ao vivo o Stellar com seu carisma, suas vozes angelicais, e as danças sexys e graciosas em músicas como “Marionette” e “Sting”. No clima de expectativa para o show e os fansign do Stellar no Brasil, a K-IN fez uma entrevista com as meninas antes da aguardada chegada do quarteto ao país. Que tal saber um pouco mais sobre o que elas esperam do Brasil e também outras curiosidades? Como o que significa ser sexy para as meninas e também as outras áreas que gostariam de experimentar, que incluem atuação, fotografia e até confeitaria. Confira:

 

 

KoreaIN: Primeiramente, que música vocês apresentariam para alguém que está ouvindo o Stellar pela primeira vez?

Gostaríamos de apresentar ‘Vibrato‘ e ‘Sting‘. O Vibrato mostra bem as cores do Stellar e o som dos instrumentos é magnífico, o que torna bastante charmoso especialmente para fãs estrangeiros. Se o Vibrato é uma música com conceito forte e sexy, no caso de Sting podemos dizer que é uma música mais graciosa e saltitante, mostrando bem a característica de cada integrante.

KoreaIN: Nos conte quem era o Stellar de antes e quem é o Stellar de agora. Como vocês mudaram e evoluíram?

O Stellar da época de debut é difícil de imaginar agora, com imagem tão nova e fofa. Mas com a música Marionette transformamos a nossa imagem para mais dark e sexy. Agora podemos dizer que estamos no meio termo. É sexy, mas não tão pesado. Talvez possamos expressar como sendo um sexy alegre e saudável.

KoreaIN: Qual foi a maior dificuldade que já passaram como um grupo?

Primeiramente, antes do álbum Marionette, não tivemos muito sucesso e com isso tanto a empresa quanto nós tivemos muitas dificuldades. E Marionette foi um álbum que lançamos pensando que seria a última tentativa. Mas graças a deus, com Marionette, pudemos divulgar bastante o nosso nome como Stellar. Porém, como na Coreia não tinha grupos com tal conceito, muitos viram apenas o estereótipo do álbum sem ouvir a música, e tentar desfazer esse preconceito de vulgarização foi difícil. Mas agora isso mudou bastante e parece que tem muita gente que gosta do nosso lado musical mesmo.

KoreaIN: Quais são os sonhos de cada uma?

Gayoung: O meu sonho é que as pessoas ao meu redor sejam felizes. Não é me tornar rica, nem uma super estrela de televisão. Acho que a felicidade é apenas viver fazendo as coisas que eu gosto.

Minhee: Meu sonho é me tornar uma pessoa feliz.

Hyoeun: O meu sonho é poder fazer as coisas que eu gosto com felicidade e com saúde.

Jeonyoul: Eu gostaria de ser uma pessoa que é admirada por muitas pessoas. E viver feliz fazendo as coisas que eu gosto. E gostaria de abrir uma casa para crianças carentes para que elas possam sonhar!

KoreaIN: Quais outras áreas vocês têm vontade de atuar?

Gayoung: Eu tenho muitas coisas que eu gostaria de fazer. Quero atuar, quero escrever e depois gostaria de produzir filmes também. E, como hobby, acho que seria legal ser florista para poder mexer com flores.

Minhee: Eu gostaria de atuar em diversas áreas diferentes da que estou atualmente.

Hyoeun: Eu gostaria de ser atriz de musical, fotógrafa, DJ de rádio, dubladora, maquiadora profissional e chef pâtissier.

Jeonyoul: Eu gostaria de ser professora de ensino infantil, chef pâtissier, modelo, bailarina, patinadora de gelo e fotógrafa.

KoreaIN: Já são quase 6 anos de carreira, uma boa marca para um mercado tão competitivo como o do kpop. O que vocês tem a dizer sobre todos esses anos e o futuro?

Durante os 6 anos nós sempre nos esforçamos para poder mostrar um lado novo. Por serem muitas apresentações, como cada música tem um conceito e uma imagem diferentes, pode ter sido um pouco confuso também. Mas o nosso objetivo foi mostrar diversos lados. E agora também estamos sempre pensando qual conceito seria bom mostrar para nossos fãs.

KoreaIN: Uma fancam do grupo se tornou muito famosa, em que o som começa a falhar e o grupo termina a música a capella. O que passou na cabeça de vocês naquele momento?

No começo, ficamos desesperadas. Pensamos, ‘Já era..…’, mas nós nos entreolhamos e todas começamos a cantar sem a música de fundo. Acreditamos que foi o espírito de equipe que surgiu durante 6 anos. E graças a deus, pudemos terminar a nossa música e muitos gritaram nos apoiando. Foi uma experiência preocupante, mas também gratificante.

KoreaIN: Quais artistas vocês tomam como inspiração?

Nós não temos um artista definido que nos inspira. No mundo existem tantos artistas bons então nós sempre nos inspiramos nesses pontos positivos destes artistas e tentamos tornar mais nosso.

KoreaIN: O grupo Stellar é o primeiro grupo feminino a fazer show solo no Brasil. Quais são seus sentimentos em relação a isso?

É uma honra ser o primeiro grupo feminino a realizar um show solo no país, com certeza. E sendo o primeiro grupo feminino, nós, com certeza, nos esforçaremos muito para poder mostrar muita coisa boa para nossos fãs. Esperamos que todos possam se divertir conosco.

KoreaIN: O showcase de vocês teve os ingressos esgotados. Como se sentem pela música de vocês estarem alcançando lugares tão distantes?

Na verdade, como nós nunca estivemos no Brasil, nunca pensamos que teria tanta gente nos apoiando e ficamos muito surpresas quando disseram que o show tinha esgotado. Nós agradecemos muito por nos amarem e amarem a nossa música e apesar de estarmos um pouco longe, gostaríamos de sempre estar em contato com fãs brasileiros.^^

KoreaIN: Para Stellar, o que significa ser sexy?

Acreditamos que ser sexy é uma arma e também um charme que a mulher possui. Ser sexy não seria um elogio? Porém, gostaríamos de mostrar um sexy saudável em vez de um sexy degradativo.

KoreaIN: Vocês têm um grande número de fãs mulheres. Como é para vocês serem fonte de inspiração de muitas garotas?

É uma coisa muito gratificante e maravilhosa. Uma mulher ser amada por uma outra pode ser uma coisa às vezes mais difícil. Mas nós continuaremos nos esforçando mais para que possamos mostrar boas músicas e boas performances.

KoreaIN: Quais são suas expectativas em relação ao Brasil? O que conhecem do país?

Com certeza lembramos de “samba” quando falamos sobre o Brasil^^ E por isso pensamos que serão bastante passionais e divertidos conosco no show. Gostaríamos que nossos fãs se divertissem conosco e nós faremos o mesmo.

KoreaIN: Defina o Brasil em 1 palavra.

País da paixão!

KoreaIN: Por favor, deixem um recado para os leitores da KoreaIN Magazine e os fãs brasileiros que estão aguardando vocês.

Leitores da KoreaIN Magazine e fãs brasileiros que nos esperaram até hoje, é uma honra poder estar assim com vocês! Nós nos esforçaremos sempre para poder mostrar o melhor de nós, então continuem nos apoiando e nos seguindo! E esperamos poder nos ver com mais frequência. Obrigada! ^^

O Stellar estará em terras brasileiras no dia 25 de março para um fansign em Fortaleza e dia 26 em São Paulo para showcase e fansign. Siga a HDM Produções e Far Music para mais informações. A KoreaIN é mídia oficial do evento e estará cobrindo todos os passos do Stellar, além de trazer mais uma entrevista gravada exclusiva com as garotas, continue nos acompanhando!

 

Tradução: Cho Hena – Hey Unnie| Contato: kreanptgirl@gmail.com
Perguntas: Amanda Soares, Caroline Akioka e Naira Nunes

Introdução: Paula Bastos Araripe
Revisão: Paula Bastos Araripe e Amanda Soares
Não retirar sem devidos créditos