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[Teoria] Em Lucky One e Monster, o EXO continua sua saga

Se tem comeback do EXO, é quase sempre certo que a SM preparou um clipe instigante e com ele vem as teorias das fãs. A KoreaIN está criando uma tradição de trazer essas teorias para fãs brasileiras, e com a dobradinha de Lucky One e Monster não seria diferente.
Aviso: As teorias são apresentadas por fãs, sem qualquer confirmação oficial da SM.

Lucky One

Primeiro, observe o símbolo da música. O trevo de quatro folhas é uma variação rara do trevo de três folhas, acredita-se que além de trazer boa sorte, eles têm significados: fé, esperança e amor. Trevos também são conhecidos por afastar o mal, a bruxaria e o mau presságio. Detalhe importante: pela crença popular o trevo de quatro folhas deve ser mantido fora de vista e não deve ser passado para qualquer outra pessoa.

Mais algumas informações: o clipe provavelmente está ligado com outros clipes do EXO: MAMA, Overdose e Love Me Right. 
Vamos ao clipe! Contestando o que nos foi apresentado em MAMA, os integrantes do EXO na realidade seriam seres humanos forçados a passar por algum tipo de experimento. Todo o cenário é distópico e ambicioso.
Apenas recapitulando, se você é uma EXO-L, sabe das teorias que o EXO veio de um planeta chamado “Exoplanet” e que cada integrante possui um superpoder, são eles:
Suho: água
Kris: voar
Chanyeol: fogo
Baekhyun: luz
D.O.: terra
Kai: teleporte
Sehun: vento
Tao: controle do tempo
Luhan: telecinésia
Xiumin: gelo/congelar
Lay: cura
Chen: trovão

Mas este clipe vem para quebrar isso, provavelmente inspirado no clássico Frankenstein, vemos que as “enfermeiras” injetam um líquido escuro nos membros, este seria responsável por torná-los “monstros”. Portanto, a origem dos seus superpoderes seriam desses testes.  Recusando-se a aceitar ao que foram submetidos e reconhecer a verdadeira fonte de seus poderes, eles constroem uma história de origem diferente, como mecanismo de defesa.

Porém, nem todas as teorias vêm para contestar MAMA, mas reforçá-la, acreditando que na realidade os experimentos acontecem por eles serem seres diferentes. Podemos constatar que os membros estão num hospital e um tipo de laboratório, o número em seus pescoços são números de experiências. Atrás deles há uma espécie de roda com 12 tiras, poderia ser uma referência ao número de membros iniciais do grupo? Aqueles que saíram inclusos?

Eles estariam desaparecidos, apesar da razão ser desconhecida, e eventualmente todo o grupo seria capturado. Os teasers de “Call Me Baby” e o MV de “Love Me Right” já davam dicas da frustração e paranoia resultante de três de seus não estarem mais presentes.

Baseado nessa teoria, podemos assumir que eles são os objetos das experiências, considerados “monstros” pelos seus superpoderes. Eles foram sequestrados (ou abduzidos) e levados da Terra, para algum planeta distante num universo alternativo. Kai, por exemplo, não poderia se teletransportar por desconhecer onde está. Os cientistas querem entender sua estrutura e genética, talvez para procriar ou produzir super-humanos através da engenharia genética.

Os membros então refletem e se lembram da sua finalidade, o que os incentiva a se libertar. D.O (foco do clipe) inicia a fuga usando seu poder da terra para explodir as janelas; e quando Sehun e Chen são confrontados por uma enfermeira, Sehun usa sua rajada de vento, e um Chen atordoado sem querer a derruba com um raio. Eles estão aparentemente fora do controle, ativados pelo extinto de sobrevivência.

Há também a cena onde Kai começa a dançar em direção a uma das enfermeiras, apesar de hilário, há precedentes para isso: Baekyhyun e Chanyeol, presos em uma sala cheia de enfermeiras, usam o canto e rap para escapar. A dança do Kai, o rap de Chanyeol e o canto de Baekyun são sua armas para destruir as enfermeiras (e “haters” talvez), seria seus momentos de triunfo em uma reação inesperada ao se sentirem encurralados.

Além disso, existe também uma teoria de que a dança é como o Kai se teletransporta, e estamos apenas vendo o processo em câmera lenta. Outros também invocam seus poderes, Lay é a cura, o que é representado quando ele revive uma flor já murcha, ele sorri e a cabeça da enfermeira explode.

Quando as cabeças das enfermeiras começam a explodir, é algo inesperado que alivia o ambiente, o tom da música muda, temos então uma mudança de batida.

Eles seguem sua fuga, no fim temos então uma visão do Labirinto, já apresentado em Overdose. Isso pode indicar que eles ainda estão presos no labirinto, e além, que são vigiados. Temos então… MONSTER.

Monster

 

Ao contrário de Lucky One, aqui a história ficou mais solta, sendo o clipe mais focado na dança, mas ainda com pontos interessantes. O clipe de Monster tem uma cronologia reversa, começando do final. Vemos o carro em chamas, os membros do EXO deixando uma mesa de jantar e um relógio girando no sentido inverso enquanto os pratos quebrados voltam a ficar juntos.

O EXO é mostrado constantemente cheio de lesões, causadas na participação de um protesto. Em uma teoria que as fãs apresentaram os integrantes ainda estão tentando sair do labirinto, eles se rebelam e começam a destruí-lo, tentando encontrar o caminho para fora. Eles são apanhados e são colocados em uma van, supõe-se que estão sendo enviados de volta ao labirinto.
Baekhyun disfarçado salva seus companheiros, ele seria como um líder/comandante neste MV, representado quando está ponta na mesa, seria o herói. Na letra de Lucky One eles dizem “o momento que eu descobrir você, será o único sorturdo”, mas Baekhyun diz “uma vez que nos tornarmos um, nós ser os sortudos “.

 

Outro ponto levantado pelas fãs é a escrita de ‘EXO’ como “E )( O”, que indicaria “Escape Operation” (Operação de Fuga). Confirmando a narração do clipe.

 Podemos ver que a SM ainda tem muito material para o EXO, havia um bom tempo que os poderes deles não apareciam, então foi um frescor para as promoções do grupo. E você o que achou das teorias? Tem sua própria versão? Conte pra nós! 

Por Amanda Carolina
Fontes: Seoulbeats, Tumblr, Kbeat
Não retirar sem devidos créditos

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  • Naira Nunes

    Publicitária, redatora e diretora de arte, sou CEO e fundadora da KoreaIN, a primeira revista brasileira sobre música e cultura asiática.

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