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10 ESTRANGEIROS contam suas PIORES experiências na COREIA DO SUL

Belíssimas ruas onde o histórico e o moderno se encontram, cidades seguras onde furtos e outros crimes são praticamente inexistentes, pessoas com peles perfeitas desfilando seu senso de moda impecáveis, as músicas do seu artista coreano favorito tocando por toda parte.
Depois de anos de graduação em k-drama e k-pop, essa é a imagem que nós tendemos a criar da Coreia do Sul, certo? E em muitos aspectos essa é sim a realidade do país que é um dos mais desenvolvidos do mundo. Mas até que ponto essa idealização de toda uma população é saudável?
Esperar que 50 milhões de pessoas sejam exatamente como os heróis e heroínas da TV pode levar a muitas decepções. Pensando nisso, a KoreaIN perguntou a estrangeiros vivendo na Coreia, quando eles perceberam que, apesar de todas as inegáveis qualidades, a Coreia não era assim um “conto de fadas”. Eles compartilharam diversas experiências conosco, desde seus relacionamentos românticos, amizades, separações a problemas contidianos como andar de metrô.

(Nota: os depoimentos abaixo não necessariamente representam a opinião da KoreaIN e, com eles, queremos apenas notificar sobre a necessidade de se manter alerta e entender que a Coreia, assim como qualquer lugar do mundo, tem pontos positivos e negativos) 

FAZER AMIGOS É UM DESAFIO

“Eu realmente amo viver aqui, mas acho que ainda mais que as experiências ruins, acho que o isolamento é a pior parte, mesmo que você seja fluente em coreano. Ainda que você consiga fazer amigos próximos, eles estão sempre muito ocupados e raramente têm tempo. Como estrangeiro, você é mais facilmente esquecido e posto como última prioridade em várias ocasiões, por isso a prática de “ghosting” * é muito comum.
Eu tenho me sentido muito sozinha aqui e sei que muito disso está relacionado à minha ansiedade e depressão. Mas mesmo me forçando a sair da minha zona de conforto, fazer amigos tem sido um grande desafio”.
(Sara, 22 anos, Estados Unidos, professora de inglês, na Coreia há 1 ano)

*Ghosting: quando alguém deixa de responder suas mensagens e desaparece sem maiores explicações.

Ele me disse “Eu só queria experimentar seduzir uma estrangeira, mas acho que é mais fácil com as coreanas mesmo”.

A EXPERIÊNCIA DE SEDUZIR UMA ESTRANGEIRA

“Eu namorei um rapaz que me tratava assim como os “oppas” dos dramas que nós vemos na TV. Uma trilha Sonora romântica tocava na minha cabeça toda vez que nós estávamos juntos. Ele abria a porta do carro, puxava a cadeira pra que eu me sentasse, me trazia flores, tirava o terno e punha ao meu redor quando esfriava, todas aquelas cenas com que eu sonhei enquanto assistia ‘Goblin’.
Ele era extremamente doce e educado, e nós tínhamos amigos em comum, então eu estava certa de que era a escolha perfeita. Após vários encontros e todo o romance, ele me perguntou diretamente ‘Quando nós vamos transar? Eu estou perdendo muito tempo com toda essa peça de teatro’, eu respondi assustada que queria esperar. Ele me deixou sozinha no restaurante após dizer ‘Eu só queria experimentar seduzir uma estrangeira, mas acho que é mais fácil com as coreanas mesmo’, ele desapareceu depois disso, nem os nossos amigos em comum ouviram mais notícias”.
(Maria, Malásia, estudante de graduação em uma universidade coreana, na Coreia há 2 anos)

GOOGLE TRADUTOR AO RESGATE

“Um dia eu andava de volta pra casa depois de ir a um bar. O caminho é através de um parque da vizinhança pelo qual eu sempre passo e, ao meu aproximar da trilha ao redor do lago, notei um cara mais ou menos da minha idade vindo na minha direção. Ele segurava uma sacola de mercado e eu não vi nenhum perigo, afinal, é a Coreia. Ao passar por mim, entretanto, ele disse “oi”, eu ignorei e continuei a andar. Ele então deu meia volta e começou a me seguir, eu apressei o passo e ele gritou me pedindo pra esperar. Como essa área do parque não é muito iluminada, eu fiquei com medo, mas decidi enfrenta-lo, quando parei e gritei ‘O que você quer?’. Ele digitou algo no celular e me mostrou uma frase traduzida em um app ‘Você quer tomar um drink comigo?’. Eu comecei a achar a situação engraçada e só respondi que não, que tinha passado a noite com meus amigos e estava cansada. Ele então novamente digitou algo no celular e me mostrou ‘Eu quero beber com você, porque você é linda’. Eu agradeci o elogio, disse não mais uma vez e segui o meu caminho. Um minuto depois ele correu atrás de mim e começou a gritar ‘me beija’ repetidamente, eu continuei a andar o ignorando. Então, quando eu já me aproximava do portão de saída, ele gritou ‘vamos transar’ em coreano, mas usando palavras ainda mais rudes. Eu só corri sem olhar pra trás e nunca mais peguei aquele caminho de volta pra casa.”
(Beatrice, 24 anos, Estados Unidos, professora de Inglês, na Coreia há 3 anos)

“Entender a sociedade coreana é uma coisa muito complexa, mas necessário para poder viver aqui. “

CHOQUE DE REALIDADE

“Eu já planejava me mudar pra Coreia desde 2012, quando vim pra cá a turismo. Então, quando eu conheci meu noivo em 2016, num site de relacionamento (prefiro não falar para não fazer propaganda para menores de idade, mas era um site em que a pessoa precisa colocar documentação e tudo mais), resolvi que viria por um período mais longo. Mas sinceramente, conhecer gente na internet é um perigo, eu dei sorte. Inclusive meu próprio noivo não recomenda que meninas fiquem procurando coreanos em aplicativos.
Sobre a ‘doença do oppa’*, eu vejo como dois lados da mesma moeda, assim como muitas estrangeiras tem fetiche por coreanos, muitos coreanos têm fetiches, principalmente com ocidentais. Daí surgiu o termo ‘baek ma tada’, que é um termo derrogatório e que eu gostaria de não ter que mencionar. Ele significa literalmente ‘cavalgar o cavalo branco’, e é usado pra descrever a experiência de se envolver com uma menina branca ocidental. É muito comum que coreanos parem estrangeiras na rua, peçam o kakao (algo como um whatsapp coreano), qualquer coisa para se aproximar. Nas vezes em que aconteceu comigo, só me deixaram em paz quando eu disse que tinha namorado.
Não existe lugar perfeito e, apesar de toda a segurança coreana, um dos maiores problemas que vejo aqui, além da disparidade entre homens e mulheres, é a cultura da bebida. Os homens em especial bebem demasiadamente e é muito comum tentarem embriagar as mulheres e arrastá-las para motéis. As questões de hierarquia também afetam muito, a convivência pode se tornar sufocante e em muitas situações você é obrigada a fazer coisas que não quer por ser mais jovem.
Enfim, é uma cultura muito diferente da nossa. Entender a sociedade coreana é uma coisa muito complexa, mas necessário para poder viver aqui. O país é lindo e um paraíso pra quem gosta de K-pop, mas é necessário entender que existem pessoas boas e ruins em todo lugar. Não pode chegar aqui imaginando que tudo é perfeito e nada de ruim pode acontecer.”
(Mariana, 28 anos, Brasil, estudante de língua coreana, na Coreia há 8 meses)

* Doença do Oppa: termo utilizado por coreanos e estrangeiros vivendo na Coreia para descrever a ilusão de que todo coreano é como os rapazes na TV.

“MINHA SOGRA ME LEVOU PRA CLAREAR A MINHA PELE”

“Eu conheci meu marido no meu país e, quando nos mudamos para a Coreia, minha sogra fez de tudo para que nós morássemos no mesmo prédio que ela. Apesar de não gostar muito da ideia, eu aceitei. Foi quando meu pesadelo começou. Ela entra na minha casa quando bem entende, diversas vezes ela entrou no banheiro enquanto eu tomava banho pra se certificar que eu não estava com ninguém, segundo ela. Sempre que faço compras, ela parece saber, me ataca na saída do elevador, e verifica cada coisa que comprei e reclama que eu estou gastando o salário do filho dela. Durante os feriados, as noras são obrigadas a cozinhar durante todo o dia, enquanto os homens assistem TV e bebem; as mulheres mais velhas gritam e nos chamam de incompetentes quando não fazemos a comida do jeito que elas querem.
A pior parte, entretanto, é o racismo. Nem todo coreano é racista, mas entre as famílias mais tradicionais, é muito difícil encontrar alguém que goste de pessoas de pele escura. Eu sou filipina e, naturalmente, sou morena e diversas vezes tive que sentar e escutar a família do meu marido fazendo piadas sobre negros e pessoas do sudeste asiático. A gota d’água foi quando minha sogra me levou à uma clinica de dermatologia como um presente, mas ao chegar lá o tratamento era para clarear a minha pele.
Meu relacionamento com meu marido é muito bom e ele é um ótimo pai pro nosso filho, mas a vida com a família dele tem sido muito difícil. Conversando com outras estrangeiras casadas com coreanos, essa é a realidade da maioria delas”.
(Jessica, Filipinas, dona de casa, na Coreia há 5 anos)

“Diversas vezes tive que sentar e escutar a família do meu marido fazendo piadas sobre negros e pessoas do sudeste asiático”.

ME ENCARARAM COMO SE EU FOSSE UM ANIMAL

“Certa vez eu esperava pelo último trem quando comecei a passar muito mal. Corri para o banheiro e acabei perdendo o trem, então tive que desistir da viagem e voltar pra casa. Peguei as escadas de volta para a parte central da estação e encontrei os portões trancados. Eu comecei a bater no portão e gritar por ajuda, mas as pessoas do lado de fora só ficaram me encarando como se eu fosse um animal e cochichando entre si. Liguei pra um amigo coreano e perguntei o que fazer, ele me disse que eu poderia tentar usar o telefone de emergência e pedir ajuda, mas que a pessoa do outro lado provavelmente não falaria inglês. Eu decidi então pular o portão. As pessoas do lado de fora começaram a rir e alguém até mesmo pareceu estar fazendo um vídeo. Eu caí do outro lado e ninguém ao menos perguntou se eu havia me machucado, todos só ficaram me encarando como se eu fosse um animal.
Quando cheguei em casa e liguei pra minha namorada, que é coreana, ela não se surpreendeu e disse que nunca esperaria que coreanos ajudassem alguém em uma situação como essa”.
(Tony, 32 anos, Canadá, professor de inglês, na Coreia há 1 ano e meio)

“ELE PUXOU MEUS FONES DE OUVIDO E TOCOU MEU PESCOÇO”

“Certa vez, logo no início do meu ano de intercâmbio, eu estava estudando em um café perto da minha universidade. Como queria um pouco de paz, me sentei em um dos lugares mais isolados, mas onde várias pessoas também estudavam. Com o passar das horas, o local esvaziou completamente e eu fiquei sozinha e fora da vista do resto dos clientes do café. Foi aí que um homem bem mais velho, que eu havia notado me observando mais cedo, se aproximou e tentou puxar assunto. Ele cheirava um pouco a álcool, então eu continuei assistindo o vídeo aberto no meu computador e fingi não o escutar. Ele então sentou na cadeira da frente e continuar a falar, colocando um chocolate já aberto na minha frente e sinalizando pra que eu o comesse. A essa altura eu já havia passado de incomodada pra assustada. Ele então se curvou na minha direção e puxou meus fones de ouvido e tocou meu pescoço. Eu congelei e ele deve ter entendido isso com um sinal verde, porque começou a tocar meu rosto. Nesse momento um dos baristas se aproximou e ao perceber as lágrimas no meu olho, pediu para que o homem fosse embora. Eu simplesmente peguei minhas coisas e corri pra casa.
Em outras ocasiões, grupos de homens de terno e muito bêbados tentaram me parar em ruas escuras e/ou tentaram me forçar a passar meu número. Pode não parecer tão ruim quanto outras histórias que ouvi de amigas, mas essas coisas nunca haviam acontecido comigo em casa, então me traumatizaram muito”.
(Sam, Austrália, estudante de intercâmbio, esteve na Coreia por 11 meses)

“Minha namorada, que é coreana, não se surpreendeu e disse que nunca esperaria que coreanos ajudassem alguém em uma situação de apuros”.

ESTRANGEIRAS NÃO SÃO PRA CASAR

“Conheci o meu ex-namorado no trabalho, nós dois somos comissários de bordo e parecíamos entender um ao outro muito bem. Depois de 1 ano de namoro, ele foi promovido e teve que se mudar de volta pra Coreia, nós conversamos muito e decidi que deveria ir com ele. Deixei meu emprego, me matriculei em uma universidade de Seul para estudar coreano e usei minhas economias para alugarmos um apartamento juntos. Os primeiros seis meses foram ótimos, ele estava muito ocupado no trabalho, mas passava todo o tempo livre comigo, ajudava em casa e sempre passávamos datas importantes com a família dele. Depois de algum tempo ele passou a ter mais confraternizações de trabalho pras quais eu não era convidada ou eventos de família dos quais eu só ouvia depois. Às vésperas do nosso aniversário de 2 anos, ele me informou que, apesar de me amar, eu não era pra casar e que ele estava noivo de uma moça coreana escolhida pela família dele, mas que nós poderíamos continuar juntos até o casamento deles”.
(Julia, 29 anos, França, comissária de bordo, morou na Coreia por 1 ano e 4 meses)

“Ele disse que era o meu ritual de despedida e começou a tirar a camisa. Juntei toda a minha força e tentei deixar o quarto, dizendo que ia ligar pra Polícia, ele só riu e disse que ninguém acreditaria em mim”.

“ESSE É O SEU RITUAL DE DESPEDIDA”

“No meu último dia de estágio numa empresa grande daqui, saí pra beber com meus colegas de trabalho. Como era meu último dia e eu era a mais jovem, eles me fizeram beber muito, mas eu tinha trabalhado com eles o verão inteiro e todos pareciam ótimas pessoas, então não vi nenhum perigo nisso. Por volta da meia noite, os que eram casados foram embora e eu fiquei com um pequeno grupo de homens e uma moça que estava noiva de um deles. Nós então fomos pra uma balada e todos continuaram a beber, mas eu comecei a passar muito mal e um deles se ofereceu pra me levar pra casa. Nós pegamos um táxi e, em algum momento, eu percebi que ele não sabia meu endereço e tentei argumentar, mas minha fala estava estranha e eu não conseguia organizar meus pensamentos. Ele praticamente me carregou pra fora do carro e pra dentro de um prédio e, ao entrar no quarto, percebi ser um motel. Minha mente começou a clarear e eu consegui perguntar porque nós estávamos ali, ele respondeu que era o meu ritual de despedida e começou a tirar a camisa. Juntei toda a minha força e tentei deixar o quarto, dizendo que ia ligar pra Polícia, ele só riu e disse que ninguém acreditaria em mim. Consegui abrir a porta, corri pro corredor e comecei a gritar que eu não queria estar ali, um casal que parecia estar deixando o motel interferiu, o rapaz me protegeu enquanto a namorada dele ligava pra Polícia. Os policiais foram muito prestativos e o casal que havia me ajudado ficou comigo na delegacia até a manhã. Meu ‘quase-estuprador’ negou tudo o tempo todo, mas meu exame de sangue mostrou um tipo de “Boa Noite Cinderela” e ele foi indiciado. O processo ainda está na justiça e ele nunca foi preso.”
(Michele, 26 anos, Colômbia, estudante de pós graduação em uma universidade coreana, na Coreia há 2 anos)

” Ela se ele estava com dificuldade em conseguir uma boa coreana e por isso estava apelando para uma estrangeira, fazendo comentários pesados sobre a minha aparência. Foi horrível e ninguém disse nada, ninguém mandou ela se calar, todos só ficaram encarando constrangidos enquanto nós dois fingíamos não escutar”.

APRENDI A ME FAZER DE SURDA

“De forma geral, posso dizer que meus 2 anos de Coreia foram (e estão sendo) muito pacíficos. Fiz ótimos amigos, tive professores e chefes incríveis e que se tornaram uma espécie de família pra mim.
Claro que passei por pequenas agressões que no fim do dia te desanimam e cansam bastante. Como sou muito alta e loira, no início, quando era parada por estranhos e perguntada se era russa, eu imaginava ser apenas curiosidade, mas com o tempo aprendi que esse é um código pra prostituição. Quando meu coreano melhorou, comecei a entender as perguntas mais que diretas que homens estranhos me faziam em pontos de ônibus e até mesmo no metrô: ‘Quanto você quer pra dormir comigo?’, ‘Quanto por uma hora?’, por exemplo. Mas, sinceramente, pra uma brasileira, coisas desse tipo são, infelizmente, comuns e eu aprendi a me fazer de surda.
Acho que o momento que me fez ver a Coreia com outros olhos foi uma vez, quando estava no metrô com meu namorado, e uma senhorinha sentada na nossa frente começou a falar coisas horríveis sobre nós. Ela perguntava a ele qual era a graça de ‘cavalgar o cavalo branco’, se ele estava com dificuldade em conseguir uma boa coreana e por isso estava apelando pra uma estrangeira, fazendo comentários pesados sobre a minha aparência. Foi horrível e ninguém disse nada, ninguém mandou ela se calar, todos só ficaram encarando constrangidos enquanto nós dois fingíamos não escutar”.
(Andressa, 27 anos, Brasil, estudante de pós graduação em universidade coreana, na Coreia há 2 anos e 8 meses)

Se relacionar com pessoas novas é sempre um desafio, seja no âmbito amoroso, de amizade ou de trabalho. É importante lembrar que experiências ruins não são exclusividade da Coreia, mas temos sempre que nos preparar para choques culturais e para nos adaptarmos às diferenças.

Todos os nomes foram mudados por motivos de privacidade.

Por Jeiciane Torres
Não retirar sem os devidos créditos

[K-PROFILE] Conheça o grupo rookie SPECTRUM: queridinhos pelos fãs de Reality Shows

SPECTRUM: gama de cores que se formam quando a luz passa através de um prisma ou reflete na água; a personificação das cores do arco-íris. Luz, cores e união. Essas palavras representam o boy group da WYNN ENT., que debutou em 10 de maio deste ano. O grupo ficou muito conhecido após a participação de dois integrantes em diferentes programas de sobrevivência, o MIXNINE e a segunda temporada de PRODUCE 101.

SPECTRUM fez sua estreia com a música “Light it Up” do mini álbum “Be Born”:

 

Após realizar um boa estréia e mostrar para os fãs seu talento, o grupo já se preparava para um novo comeback, porém infelizmente ao final de julho, um dos integrantes faleceu. A empresa lançou uma nota anunciando sobre Kim Dongyoon, que havia completado 20 anos no início daquele mês. A família precisou pedir por autópsia para saber a causa da morte -esta nunca revelada- e optou por um funeral fechado e privado, reunindo familiares e amigos próximos. Em setembro, o grupo fez uma homenagem a Dongyoon, lançando a música “Dear My” com um MV repleto de fotos e vídeos do eterno integrante.

 

O grupo continuou a promover sua música de debut em festivais de kpop e o nome do grupo em programas de entretenimento. Além disso, as atualizações em redes sociais são frequentes, pois o grupo sempre faz o possível para que os fãs se sintam próximos deles.

Agora que falamos um pouquinho do grupo e sua trajetória, vem conhecer os membros do SPECTRUM!

 

Minjae (민재)

Nome completo: Jo Minjae (조민재)

Posição: Líder, dançarino e vocalista

Data de nascimento: 8 de agosto de 1994

Instagram: @minnnnn_jae

Curiosidades:

– Seu apelido é “nonsense”, pois sempre faz comentários sem sentidos, fazendo os membros caírem na gargalhada;

– Seus hobbies são: assistir filmes e fazer exercícios;

– É muito fã do Bruno Mars e sua música favorita dele é “Finesse”;

– Minjae é uma pessoa muito positiva e sempre encoraja os membros com boas energias, além disso é conhecido por ter a risada “mais gostosa” dentre os meninos;

– O que ele mais gosta de fazer é dormir, jogar boliche e bilhar.

 

 

Dongkyu (동규)

Nome Completo: Moon Dongkyu (문동규)

Posição: Vocalista

Data de nascimento: 16 de novembro de 1992

Instagram: @moony_fine

Curiosidades:

– Seu nome de batismo é Moon Seunghyuk(문승혁);

– É chamado pelo apelido “Donggu”  (동구);

– Adora ler e também fuçar na internet;

– Seu lema é: “as lágrimas nos olhos dos outros sempre fará meus olhos sangrarem”, ou seja, ele não quer a tristeza dos outros membros!;

– Suas especialidades são: caligrafia, desenhar e cozinhar;

– É o único dos integrantes que tem habilitação, por isso ficou encarregado de ser o motorista dos meninos;

– Dongkyu já serviu ao exército coreano.

 

Jaehan (재한)

Nome completo: Kim Jaehan (김재한)

Posição: Vocalista principal

Data de nascimento: 1 de julho de 1995

Instagram: @jaehan__k

Curiosidades:

– Seu apelido é Johnny (쟈니);

– Tem como hobbie viajar e fotografar;

– Adora comer, principalmente ddeokbokki, e quando não consegue se alimentar fica muito bravo;

– É um comprador compulsivo;

– Seu lema é: “não tenha medo da falha ou de falhar”;

– Participou da segunda temporada de “Produce 101” e ficou em 75º, sendo eliminado no 4º episódio. Na época ele era trainee da MMO Ent;

– Jaehan é muito ligado a música, e pode escrever e produzir canções, além de criar melodias para elas.

 

Hwarang (화랑)

Nome completo: Park Jongchan (박종찬)

Posição: Rapper e vocalista de apoio

Data de nascimento: 5 de dezembro de 1995

Instagram: @hwal__._.__1

Curiosidades:

– É viciado em jogos e filmes;

– Considera seus lábios como seu principal charme;

– Adora música americana, suas favoritas são: Rose, do “The Chainsmokers”, Stuck on You, do “New Politics” e Rude do “Magic!”, segundo ele essas canções encaixam perfeitamente em seu vocal;

– Seu lema é: “não vamos desistir até chegar ao final”;

– Ele também já serviu ao exército coreano;

– Atualmente Hwarang estuda no Instituto de artes em Seul, no departamento de atuação;

– Hwarang participou do webdrama “Devil Inspector 2”.

 

Villain (빌런)

Nome completo: Lee Seunghyun (이승현)

Posição: Dançarino, rapper

Data de nascimento: 17 de julho de 1998

Instagram: @win.hyun_2_717

Curiosidades:

– Seu stage name, Villain, foi baseado nos vilões de filmes e dramas, pois eles sempre tentam fazer o melhor para atingir seus objetivos, Villain quer sempre demonstrar quão esforçado é nos palcos. Além disso, é um nome único;

– É especialista em cozinhar ramen, principalmente o jjajang ramen (com a pasta de feijão preto);

– Seus hobbies são: assistir filmes e caminhar;

– Ama animais, principalmente os gatos, passear e sai com os amigos para tomar café;

– Seu lema é: “seja honestos com si mesmo”.

 

 

Eunjun (은준)

Nome completo: Choi Eunjun (최은준)

Posição: Vocalista de apoio e Maknae

Data de nascimento: 6 de agosto de 1999

Instagram: @eunjun0806

Curiosidades:

– Seus apelidos são: mochi (docinho japonês), bochechudo (뽀짝이) e pequeno maknae (막냉이);

– Sua especialidade é: comer muito!;

– Adora dormir, comer e jogar futebol, e não gosta nada de fazer dieta, acordar cedo e de matemática;

– Seu lema é: “não tenha medo de desafiar a si mesmo”;

– Eunjun disse que ficou muito ansioso para sua estréia, e trabalhou muito para fazer o seu melhor;

– Seu modelo como sunbae é o Changsub do BTOB, por suas canções e sua voz.

 

Como foi dito no início do texto, SPECTRUM perdeu um membro de sua formação inicial, Dongyoon treinou junto com os meninos e fez sua estréia no SPECTRUM com sete membros. Apesar de ele não estar fisicamente aqui, é importante ressaltar sua importância como membro do grupo, pois todos uniram seus talentos e coragens para debutarem; Dongyoon será eternamente parte da equipe SPECTRUM.

 

Dongyoon (동윤)

Nome Completo: Kim Dongyoon (김동윤)

Posição: Visual e rapper

Data de Nascimento: 3 de junho de 1998 – 27 de julho de 2018.

Curiosidades:

– Conhecido por ser o membro mais bonzinho do grupo;

– Adorava cozinhar, visitar bons restaurantes, carpintaria e criar coisas novas;

– Sua música favorita: We are (시차) – Woo Wonjae;

– Se você pedir para que ele faça algo para ti, ele fará no mesmo momento!;

– Seu lema: “vamos fazer até que se torne impossível”;

– Dongyoon participou do Realitty Show MIXNINE, e ficou em 21º. Apesar de sua posição, ficou muito conhecido e passou a ser referência quando se falava do grupo SPECTRUM.

 

O Retorno

SPECTRUM se preparou para seu primeiro comeback sem Dongyoon. O mini-álbum “Timeless Moment” foi lançado no dia 03 de novembro, com a faixa-título “What Do I Do”, que teve MV lançado no dia seguinte. O conceito do grupo ainda é o mesmo, pois a música apresenta a mesma mistura de house tropical (estilo de música eletrônica muito conhecida em 2010) e synth pop (que lembra o ritmo das baladas de 1960).

Você pode conferir o MV oficial do comeback aqui:

 

 

Links para acompanhar SPECTRUM:

Twitter: https://twitter.com/wynnent_twt e https://twitter.com/spectrum_0510

Facebook: https://www.facebook.com/kpopwynn/

Instagram: https://www.instagram.com/spectrum0510_wynn/

Daum cafe: http://cafe.daum.net/spectrumm

Youtube: https://www.youtube.com/spectrumofficial  

Site Oficial: http://www.wynnent.com/

Weibo: http://www.weibo.com/specturm0510

 

Curiosidade sobre o nome do fandom

Os fãs do grupo são conhecidos por LANTANA, uma flor tradicional da américa do norte e também da África. Na Ásia ela é conhecida por ser uma “daninha”, porque assim que floresce é muito difícil de tirá-la do lugar. Segundo os meninos, as flores representam os fãs, pois eles desejam que se “agarrem” a eles e nunca mais os soltem.

Dongkyu com uma florzinha do amor (não é a lantana).

 

Quem não gosta de um bom grupo rookie, não é? Deixa nos comentários se você já tem um bias, queremos saber o que você achou desse grupo amorzinho e repleto de significados.

Por falar em amorzinho, SPECTRUM mandou um recado para os fãs brasileiros! Os meninos agradeceram pelo apoio dos fãs do Brasil e disseram que estão doidos para vir conhecer o país.

Você pode ver essa fofura de vídeo no canal da KoreaIn:

 

 

Por Isabela Marques
Fontes: SpectrumBr, KProfile, Radio Kpop e Instagram.
Não retirar sem os créditos.

Coréia do Sul fecha fazenda de cachorros para transforma-la em parque

A maior fábrica de carne de cachorro do país foi fechada em Seongnam, subúrbio de Seul. A estrutura tinha capacidade para armazenar dezenas de cães e estima-se que um milhão de animais eram mortos anualmente para virar comida.

A carne canina é considerada uma iguaria em algumas partes do país, apreciada principalmente no verão, e acredita-se que aumente a energia. Porém, a prática começou a perder força devido ao fato de cada vez mais pessoas criarem cachorros como animais de estimação e os jovens verem o hábito como tabu. A agência France-Press destacou em uma pesquisa que 70% dos coreanos não comem carne canina, mas apenas 40% acham que a prática deve ser proibida.

 

 

Os grupos de defesa dos direitos dos animais considerou o ato uma vitória e a Humane Society International disse que isso evitará que mais cachorros sejam abatidos no futuro. Hyunji Kim, membro do Korea Animal Rights, disse à CNN “Como a maior, mais brutal e ilegal abatedouro de cachorros, Taepyeong-dong é notória por suprir grandes quantidades de cães para os arredores do tradicional mercado de Seongnam Moran. Seu fechamento é um evento histórico e, esperançosamente, possa desencadear o fechamento de outros abatedouros ilegais pelo país.”

Ativistas já haviam descrito algumas das atrocidades cometidas no complexo de Seongnam, dizendo que os cães eram frequentemente mortos com choques elétricos em frente de outros cães. O lugar foi construído de forma ilegal e desde 2013 havia planos de fecha-lo. E ainda existem muitos abatedouros espalhados pelo país. O governo pretende transformar a área em um parque público.

 

Fonte: The Huffington Post
Tradução: Greyce Oliveira
Não copiar sem dar os devidos créditos

[Dossiê – Cadê o K-idol] Onde está o I.O.I, AS VENCEDORAS DO PRODUCE 101?

Recentemente a KoreaIN começou uma nova série para satisfazer a curiosidade de todos os fãs sobre as atividades daqueles idols sumidos por aí. Primeiro foi o grupo UNIQ e agora nós vamos falar de um grupo com uma história bem diferente, mas ainda no coração de todos: I.O.I.
Parece que foi ontem, mas já se passaram quase dois anos do disband programado do girlgroup e três anos desde quando tudo começou com
Pick Me. A K-IN fez na época do primeiro aniversário do programa um levantamento sobre as 101 trainees, mas hoje vamos focar na carreira das 11 meninas do I.O.I, desde então.

 

 

Como o I.O.I foi formado

Enquanto nos apaixonamos pelo debut recente das 12 meninas do IZ*ONE, resultado da temporada mais recente do reality show Produce 48, nada mais justo do que falar sobre as pioneira. O que começou como uma aposta ousada de reality de sobrevivência – 101 trainees de várias agências disputando 11 vagas do grupo vencedor do Produce 101 – rendeu outras tantas edições do programa, que teve seu formato exportado para outros países. Foram diversas tarefas que representavam a rotina dura de treinamento dos idols, com treinadores renomados e incluíam desafios e apresentações icônicas.
Como não lembrar da homenagem aos debuts memoráveis de girlgroups, que reacendeu o amor de todos por músicas como Into the new world? Ou então quando reinventaram Bang Bang da Jessie J com uma performance de dança incrível? Ou, claro, a vitoriosa da batalha de conceitos At The Same Place que rendeu até pedidos de “mais um” do público? Mesmo depois das igualmente incríveis temporadas seguintes, é impossível não lembrar de como tudo começou.

 

 

A breve mas explosiva história do grupo

Após semanas intensas de competição e eliminação, foi formado o top 11 escolhido pelos votos do público coreano com, do rank 1 para 11: Jeon Somi, Kim Sejeong, Choi Yoojung, Kim Chungha, Kim Sohye, Zhou Jieqiong, Jung Chaeyeon, Kim Doyeon, Kang Mina, Lim Nayoung e Yoo Yeonjung. Juntas elas formaram o I.O.I, sigla para “Ideal of Idol” (“ideal de idol”), além de referência ao “101” do programa.

O “ái-ôu-ái” debutou em maio de 2016, um mês depois do fim do programa. Antes disso elas divulgaram um vídeo especial de Crush, música da batalha final e que deveria ser o debut oficial, mas foi trocado por uma nova música, Dream Girls, do álbum Chrysalis.

 

 

Como um grupo temporário, elas debutaram já sabendo quando seria o final de suas promoções. Seguindo o programado, foram 8 meses de I.O.I, com disband oficial em janeiro de 2017. Mas o pouco tempo foi bem usado, com lançamento de várias músicas incríveis e shows lotados. Teve música de unit com Whatta Man, a viciante Very Very Very e a triste despedida com Downpour. Isso sem falar dos inúmeros prêmios, inclusive melhor grupo feminino novato no MAMA daquele ano e melhor artista novato no Golden Disk Awards e no Seoul Music Awards.

 

 

 

 

O que elas estão fazendo agora?

O disband delas certamente foi doloroso para os fãs e para as meninas, que se tornaram muito amigas em tão pouco tempo. Para todos, resta manter essas lembranças felizes enquanto torcemos por uma reunião do I.O.I no futuro. E, sem dúvidas, acompanhar a carreira de cada uma delas torcendo pelo sucesso de todas, junto a seus respectivos grupos ou solo.

Antes de começar, vale lembrar que, diferente das temporadas seguintes, na primeira geração do programa não houve limitação para atividades fora do grupo. Enquanto Wanna One e IZ*ONE não podem participar de outros grupos simultaneamente, as meninas do I.O.I podiam, e foi o caso de boa parte delas.

 

O Destino das Integrantes

Yoo Yeonjung – Starship

Apesar de começar desconhecida e por baixo, aos poucos foi mostrando o talento de sua voz e conseguiu uma vaga no grupo em 11º lugar no grupo vitorioso. Ela entrou no programa como trainee da agência Starship, mas não muito depois de entrar para o I.O.I, a empresa a colocou no grupo que havia debutado há poucos meses, Cosmic Girls (ou WJSN).

Apesar de o grupo ter 13 integrantes, sua voz poderosa lhe rendeu a posição de main vocal. A primeira música que fez parte foi Secret e até hoje continua bem ativa com o grupo, além de fazer OSTs de alguns k-dramas. Ela também teve participação no primeiro episódio do drama Hwayugi – A Korean Odyssey, como uma trainee participante de uma competição de talentos.

 

Primeira música da Yeonjung no Cosmic Girls

 

Música mais recente das Cosmic Girls

 

Lim Nayoung – Pledis

Rapper do I.O.I, Nayeon começou com a fama de “sem emoção”, mas mostrou uma grande evolução nesse aspecto para se tornar uma idol e entrou no I.O.I em 10º, sendo também a líder do grupo, por ser a mais velha, nascida em dezembro de 1995. Uma curiosidade: antes do Produce ela chegou a participar da seleção para o After School e o Hello Venus, mas foi eliminada.

A Pledis levou sete trainees para o programa e duas conseguiram entrar para o top 11 final. Assim que o programa acabou, todas as sete, e mais três trainees de fora, debutaram na empresa como o grupo Pristin, inicialmente chamado de Pledis Girlz. Lá Nayeon também cumpre a posição de main rapper e líder. Ela também participa da sub-unit Pristin V.

 

Debut do Pristin

 

Nayoung na unit Pristin V

 

Kang Mina – Jellyfish

A fofa Mina ficou em 9º no Produce, e foi uma das duas trainees da Jellyfish – das três que entraram na competição – a entrar para o I.O.I. Similar à Pledis, a Jellyfish debutou seu primeiro girlgroup juntando as três com outras seis trainees, formando o Gugudan. Ela também está nas duas units do grupo, Gugudan 5959 (ou OguOgu) com a Hyeyeon e Gugugan SeMiNa, com a Sejong e a Nayoung, o mesmo trio que participou do Produce 101.

Ela também já participou de k-dramas, sua estreia como atriz foi na comédia romântica Children of the 20th Century. Este ano ela também foi apresentadora do programa musical Show! Music Core ao lado do Ong Seungwoo do Wanna One e Mark do NCT.

 

Debut do Gugudan

 

Debut da unit Gugudan 5959

 

Kim Doyeon – Fantagio

Doyeon, da Fantagio, tem história similar. A agência levou cinco trainees para o programa e duas entraram no I.O.I, sendo a Doyeon em 8º. Mas, diferente das demais, elas não tiveram atividades paralelas ao grupo enquanto ativo. Apenas depois do disband, em 2017, a Fantagio anunciou que as duas, juntas da outra participante do programa Jung Haerim (hoje Elly) formariam o novo girlgroup de oito meninas da empresa.

Inicialmente elas eram chamadas de i-Teen Girls, mas foram renomeadas para Weki Meki. Ela também participou da colaboração especial com o Cosmic Girls, a unit WJMK. Era um quarteto com ela e Yoojung do Weki Meki e Seola e Luda do WJSN. Seu debut na atuação foi na série Short.

 

Debut do Weki Meki após o fim do I.O.I

 

Colaboração do Weki Meki com Cosmic Girls

 

Jung Chaeyeon – MBK

O caso da Chaeyeon foi um pouco diferente. Ela e a Huihyeon (ou Cathy) já haviam debutado e estavam ativas no grupo rookie DIA antes do Produce 101. Mas, buscando uma oportunidade de treinar mais e se destacar, elas se afastaram do grupo temporariamentepara participar do show. No fim, Chaeyeon entrou no I.O.I em 7º lugar.

Assim que o programa acabou, as duas voltaram para o DIA e ainda em 2016 lançaram Mr. Potter. Ela teve uma carreira ocupada desde então. Debutou como atriz em Drinking Solo, já atuou em k-dramas, web séries e filmes e apresentou programas de variedades. Será inclusive protagonista em uma série coreana da Netflix em 2019, Because It’s My First Love.

 

Primeiro comeback do DIA depois do Produce 101

 

Comeback mais recente, que rendeu First Win nos programas semanais

 

Zhou Jieqiong – Pledis

Nascida na China e mais conhecida na coreia como Kyulkyung, ela foi a 6º colocada do Produce. Assim como a Nayoung, ela entrou no Pristin e faz parte do Pristin V. Reconhecida como visual dos grupos que fez parte, ela participou de eventos de moda e já gravou OSTs para k-dramas.

Além disso, fez sucesso na China e focou uma parte de suas atividades individuais lá: foi jurada e instrutora de dança do programa Idol Producer e debutou solo com o single digital Why, fazendo shows pelo país.

 

We Like, música do Pristin

 

Debut stage do seu solo na China, Why

 

Kim Sohye – RedLine

Assim como a Sohye tinha um treinamento diferente das outras participantes do programa, vinda de uma agência de atores, ela também construiu uma carreira diferente. Com seu esforço nas aulas de canto e dança, ela cativou os coreanos e terminou em 5º lugar no Produce. Tendo agora atividades como idol, ela criou sua própria agência de uma pessoa, Shark & Penguin (S&P) Entertainment. Ela abriu também o Penguin’s Café, um lugar junto à agência e que também seria ponto de encontro com fãs.

Ela foi apresentadora de vários programas, inclusive o Star Show 360 da MBC e o Game Show da SBS. E, claro, como atriz já conseguiu diversos papéis em dramas. Seu primeiro trabalho como protagonista foi no filme Kang Deok-soon’s Love History, que lhe rendeu indicação no KBS Drama Awards. É possível ver o filme legendado em inglês no canal da KBS World TV no Youtube.

 

Episódio da Sohye no web drama Poetic Story

 

Kim Chungha – M&H

Main dancer do I.O.I e da nação, ChungHa já brilhava no programa. Além das habilidades em dança, tem ótimos vocais e é uma coreografa talentosa, como provou na apresentação de Bang Bang. Por conta disso, ganhou merecidamente o 4º lugar no programa e entrou no I.O.I. Inclusive, a coreografia de Whatta Man é de autoria dela, “ganhando” de outras três companhias contratadas para isso.

Após o fim do grupo ela seguiu carreira solo de enorme sucesso. Ganhou prêmios como artista novata no Seoul Music Awards e no MAMA e esse ano foi indicada a quatro categorias no MAMA. Também fez músicas em projetos colaborativos e OSTs, participou de alguns programas de variedade e competiu no Hit the Stage.

 

Debut solo da ChungHa

 

Projeto da SM Station com Seulgi (Red Velvet), SinB (G-Friend) e Soyeon((G)I-dle)

 

Choi Yoojung – Fantagio

De primeira center do Produce 101 no Pick Me até o 3º lugar na final, Yoojung foi uma das figuras mais marcantes dentro e fora do programa. Muito além de um visual, ela tem talentos que foram sendo mostrados a cada nova atividade. Dentro do I.O.I ajudou a criar as letras do rap de algumas músicas junto da Nayoung.

Além de ser integrante e rapper do Weki Meki, ela tem suas atividades solos principalmente em programas de variedade. Foi parte do elenco permanente do programa de karaokê Golden Tambourine durante um ano de existência do show, estava no elenco principal do reality Idol Fever e participou do King of Masked Singer.

 

Comeback mais recente do Weki Meki

 

Performando Very Good do Block B no Golden Tambourine

 

Kim Sejeong – Jellyfish

Sejeong foi uma das mais populares do programa, que disputou o primeiro lugar no programa do início ao fim, ficando em 2º na final. Não à toa, suas atividades fora do I.O.I foram de grande sucesso. Entrou para o Gugudan e para a unit SeMiNa, mas possui também uma estável carreira solo. Seu debut como cantora solo, com a música Flower Way, ficou em primeiro em sete ranks de grande importância e seu first win foi o recorde de mais rápido para um solo.

Sua música foi produzida pelo Zico, mas baseada em uma história que a Sejeong criou sobre sua mãe. Ela também fez colaborações com o Taeil do Block B e o Doyoung do NCT. Participou de vários programas de variedade, como apresentadora inclusive e teve seu debut como atriz no papel principal no k-drama School 2017. Sua participação no drama gerou indicações e prêmios como atriz revelação.

 

Comeback recente do Gugudan

 

Música da unit SeMiNa

 

Debut solo da Sejeong

 

Jeon Somi – JYP

Curiosamente, justo a integrante do I.O.I com maior popularidade antes e depois do Produce e que foi center do debut por causa do 1º lugar é a que tem o futuro mais incerto. Ela era trainee da JYP, mas sem lançar carreira solo e nem debutar em um grupo novo (apesar de boatos recentes sobre isso), ela acabou saindo da agência em 2018. Mas não muito depois entrou na The Black Label, subsidiária da YG, onde é esperado que ela consiga, enfim, seu debut após I.O.I. Isso não significa que ela não teve atividades nesse tempo, pelo contrário.

A maknae do I.O.I fez colaborações com artistas como Eric Nam e Jun.K. Também lançou uma música com a Yoojung, a Chungha e a Huihyeon. Foi apresentadora do The Show, do Seoul Music Awards e do Music Bank Berlin. Participou de dois programas diferentes que incluíram atividades de idols e lançamento de músicas com o grupo do projeto, a segunda temporada de Sister’s Slam Dunk e o Idol Drama Operation Team.

 

Música do projeto do Sister’s Slam Dunk

 

Música do grupo Girls Next Door, do Idol Drama Operation Team

 

Por Paula Bastos Araripe
Fontes: CJ E&M, Mnet, Mwave, YMC Entertainment, Starship, Pledis, Jellyfish, Fantagio, MBK, S&P, KBS World TV, M&H, JYP, One Hallyu, Nowkpop, Allkpop, Aminoapps, Kknews, Reddit, Kpop Wikia, Wikipedia
Não retirar sem os devidos créditos

4 LIVES do BASTARZ para VOCÊ ficar IMPRESSIONADO

Pra você que não está por dentro, BASTARZ é a uma sub-unit do boy group Block B. Composto por três integrantes, os dancers B-Bomb e U-Kwon e o rapper P.O, debutaram em 2015 com o hit Conduct Zero. O segundo foi lançado no final do ano seguinte, intitulado Welcome 2 Bastarz (“Bem vindo ao Bastarz” em tradução livre). Com uma pegada bastante forte de hip-hop, as performances desses meninos são incríveis. As músicas animadas levantam o público e fazem os fãs vibrarem.
Por isso a KoreaIN reuniu 4 lives do Bastarz que você precisa assistir para poder apreciar todo o conjunto de talento que esse grupo tem.

 

Zero For Conduct

Nada mais justo que começar com a música que lançou eles. Essa live foi feita em 2015, na KCON, em Los Angeles. Cheios de estilo, os meninos balançaram o palco.

 

Charlie Chaplin

Ainda no primeiro mini-álbum, o Bastarz já se mostrou um grupo versátil e trouxe um lado mais romântico para essa música. As roupas e a expressão deles combina com o ritmo e a letra durante a performance.

 

Selfish & Beautiful Girl

Continuando numa vibe fofa e romântica, a primeira música do álbum Welcome 2 Bastarz mostra um garoto apaixonado que teve o coração partido. Mas ao mesmo tempo, traz uma melodia animada e dançante.

 

Make it rain

A letra dessa música é uma apresentação do grupo para o mundo, como sugere o título do segundo mini álbum. Com um quê de “não estou nem aí”, os versos combinam muito bem com a batida que traz um estilo bad boy.

 

Bônus

E se você quer um lado mais divertido, então fica com esse vídeo dos meninos dançando e brincando no camarim.


Agora que você já se apaixonou pelos meninos, uma boa notícia: Bastarz está vindo para o Brasil!

Eles se apresentarão no próximo dia 13 de Outubro, em São Paulo e você não pode perder.
O fanmeeting vai acontecer no espaço Tropical Butantã e os ingressos estão à venda pelo site
https://ticketbrasil.com.br/show/6284-bastarz-saopaulo-sp/ . Corre que foi liberado um novo lote de HITOUCH e usando o código BASTARZKPOP15, até amanhã, você tem 15% de desconto na compra do ingresso.

Por Isadora Tristão
Não retirar sem os devidos créditos.

[#Kprofile] Talentosos e com personalidade: Conheça o boygroup 24K

Fazendo jus à fama de mês que demora 5 anos para acabar, agosto reserva mais uma super turnê de k-pop para os fãs brasileiros. Essa semana, o grupo 24K voltará ao país para divulgar o mini-álbum “Bonnie N Clyde” lançado em maio. Carismáticos como só eles, os integrantes já nos enviaram uma série de vídeos dando palhinha de músicas famosas em solo tupiniquim (corre pro Instagram da KoreaIN pra ver) e ainda nos deram uma super entrevista (corre pro Youtube também). Já dá pra ter uma pequeníssima ideia de quanta diversão nos espera nos eventos de fanmeetings, fansign, meet&greet e hi-touch.

 

Leia mais: 24K traz ao Brasil nova turnê em Agosto e visitará 3 cidades.

 

 

Formado em 2012, o grupo estreou com o mini-album e single Hurry Up. O ritmo dançante muito bem representado no MV do debut foi posteriormente substituído por uma imagem mais fofa nos lançamentos Secret Love – cujo MV mostra cenas de interação com fãs e da rotina dos membros no dormitório – e U R So Cute, lançados em 2013.

 

 

Após quase dois anos de trabalho duro, o grupo entrou em hiato retornando apenas em 2015 com o single digital Hey You, onde o até então sexteto virou septeto. No mesmo ano, foi lançado o terceiro mini-álbum e single Superfly. O conceito fofinho pré-hiato foi deixado de lado e houve uma volta às origens com coreografias poderosas e imagem de bad boy. A aceitação do novo single foi enorme e o grupo pôde, finalmente e merecidamente, divulgar seu trabalho em outros países.  

 

 

Além das melodias contagiantes, o 24K também se arriscou na atuação. O single digital Still 24K, mais tarde incluído no primeiro álbum The Real One, traz uma história digna de doramas, que continua no MV Bingo. Após os dois lançamentos, iniciou-se a turnê que trouxe o grupo ao país pela primeira vez no fim de 2016 e espalhou-se pela Europa no ano seguinte.

 

 

 

O ano de 2018 está bem movimentado para os garotos do 24K. Além da divulgação de “Bonnie N Clyde“, eles ainda estão correndo o mundo com a segunda turnê que passará por Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo. Como se tanta emoção não fosse suficiente, o grupo ainda voltou temporariamente a 6 integrantes após um dos membros, Kisu, se alistar para cumprir seu serviço militar obrigatório. Muita coisa, não? Mas espera que ainda tem mais.
Em maio, o líder, Cory, e Kisu ganharam os holofotes por um motivo bastante inusitado. Os nomes dos dois constava numa lista negra da ex-presidente Park Guen-Hye, sendo os únicos idols inclusos. O motivo foi o apoio que os dois, juntamente com alguns ex-integrantes e um empresário, deram à eleição do atual presidente Moon Jae-In quando cantaram seu tema da campanha. Em uma entrevista para a Billboard, Cory disse que espera que a liberdade de expressão das pessoas seja cada vez menos discriminada e marginalizada e que, como artistas, o 24K continuará fazendo o que os destaca com relação a outros grupos: tendo total controle da produção.

Se apaixonou pelo grupo? Ótimo. Agora vamos para o segundo passo obrigatório: Escolher o bias.

 

Cory

Posição: Líder e vocal principal

Nascimento: 25 de novembro de 1990

Altura: 1,77 m

Peso: 60 kg

Twitter: @24k_coreeya

Instagram: @24k_coreeya

Curiosidades:

  • É o paizão do grupo.
  • Além de cantar e fazer raps, também escreve, produz e faz a mixagem das músicas.
  • Fala coreano, inglês e um pouco de espanhol.
  • Adora cachorros, especialmente corgis. Tem um cachorro chamado Oreo.
  • Seus hobbies são cozinhar, jogar basquete, acampar e assistir filmes.

 

Jeonguk

Posição: Dançarino e rapper principal

Nascimento: 20 de março de 1993

Altura: 1,78 m

Peso: 58 kg

Twitter: @24k_uk

Instagram: @24k_jeonguk

 

Curiosidades:

  • Começou a dançar aos 15 anos de idade e sua especialidade é um estilo chamado popping.
  • Tem várias tatuagens, incluindo uma arma no seu abdômen. A maioria delas são nos braços.
  • Seu animal preferido é o tigre.
  • Tem medo de fantasmas.
  • É muito exigente com comida.

 

 

Changsun

Posição: Sub-vocal e dançarino

Nascimento: 17 de março de 1996

Altura: 1,77 m

Peso: 58 kg

Twitter: @24K_Changsunny

Instagram: @24k_changsunny

 

Curiosidades:

  • É um ótimo dançarino, graduado em dança pela Universidade de Gukje.
  • Seu sonho de infância era ser um inventor.
  • Acha que seu maior charme é seu rosto pequeno.
  • Seu lema de vida é: Vamos até o fim.
  • Tem uma irmã mais velha.

 

Jinhong

Posição: Vocal e visual

Nascimento: 2 de janeiro de 1998

Altura: 1,79 m

Peso: 61 kg

Twitter: @24K_jinhong

Instagram: @24k_hong

Curiosidades:

  • Seus hobbies são praticar Taekwondo e compor músicas.
  • Algumas pessoas dizem que ele se parece com Lee Geon do MADTOWN.
  • Apesar da diferença de idade de 8 anos com Cory, Jinhong se integrou bem ao grupo.
  • Antes de se juntar ao 24K, fez parte de um grupo chamado AA.

 

Hongseob

Posição: Sub-vocal, sub-rapper e dançarino

Nascimento: 8 de janeiro de 1998

Altura: 1,77 m

Peso: 60 kg

Twitter: @24k_seobs

Instagram: @24k_seobs

 

Curiosidades:

  • Assim como Changsun, também é graduado em Dança pela Universidade de Gukje.
  • Além de dançar muito bem, também sabe tocar bateria.
  • Seu sonho de infância era ter seu próprio restaurante.
  • É o filho caçula. Tem um irmão e uma irmã mais velhos.

 

Kiyong

Posição: Vocal e maknae

Nascimento: 25 de março de 1999

Altura: 1,77 m

Peso: 60 kg

Twitter: @24K_KiYong0325

Instagram: @24k_kiyong

Curiosidades:

  • Seus hobbies são assistir filmes e desenhos.
  • Adora ler webtoons.
  • Também adora comer comidas saborosas, assistir filmes da Marvel e ouvir música.
  • É formado pela Universidade de Gukje.
  • Tem um irmão mais velho.

 

Membro cumprindo serviço militar:

Kisu

Posição: Vocalista principal

Nascimento: 2 de outubro de 1991

Altura: 1,78 m

Peso: 60 kg

Twitter: @24k_7s

Instagram: @24k_7s

Curiosidades:

  • Se Cory é o pai, Kisu é considerado a “mãezona” do 24K.
  • Seus hobbies são assistir filmes, tocar piano e jogar boliche.
  • Lançou um álbum solo chamado 달콤한 거짓말 (algo como “doce mentira”). Seu nome solo é Soo.
  • Sabe falar mandarim muito bem.
  • Também adora cachorros. Sua raça preferida é o spitz alemão.

 

Siga o 24K nas redes sociais:
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Escolha seu bias no 24K:

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Por Greyce Oliveira
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[Dossiê] Entenda o caso das agressões entre ACE e Chibin, do MASC + todas as declarações traduzidas

Na última quarta-feira, 25, Chibin o integrante mais novo do grupo MASC postou em seu instagram um desabafo a respeito da agressão que sofreu em março deste ano. Segundo Chibin, seu hyung (um honorífico para um homem mais velho) o teria agredido embaixo da chuva e deixado com diversas cicatrizes em sua face. Ainda segundo o texto publicado, o agressor não havia se desculpado e “continuava a atualizar suas redes sociais fingindo que nada havia acontecido”.

Por se tratar de um hyung, os fãs logo começaram a pensar que o agressor poderia ser um dos membros mais velhos do grupo, ou até mesmo o mananger do MASC, porém CHIBIN disse em seu texto que não seguia o instagram do agressor, e o único integrante que ele não seguia no instagram era ACE.

Um amigo de CHIBIN ainda postou em sua rede social diversas fotos dos machucados daquele dia, e no texto ACE foi acusado de bater no maknae (honorífico para pessoa mais jovem) com um guarda chuva. No início do texto o amigo diz: “ACE bateu na cabeça de CHIBIN, no rosto e ainda quebrou um guarda-chuva para usar como arma”.

As imagens podem ser um pouco chocantes, por isso deixaremos o link para aqueles que tiverem interesse em ver:  http://www.insight.co.kr/news/168608

As publicações originais de Chibin e ACE você pode verificar nos links a seguir: https://www.instagram.com/grambin_/ e https://www.instagram.com/aceseaaiite/

 

As declarações de Chibin

Atualização de Chibin no instagram, tradução logo abaixo.

 

Texto de CHIBIN na íntegra:

“Acho que você cometeu um pecado, mas quer escapar. Hyung, eu acho que você não teve intenção de pedir desculpas pela dor que causou em meu coração e corpo aquele dia. Hyung, você é o único que eu deixei de seguir. A razão? Porque ainda tenho arrepios pensando como você consegue atualizar suas postagens como se nada tivesse acontecido. Eu tenho certeza que você está lendo meu post. Se você pensa que eu estou bem, então é um grande erro e desentendimento. Aquele dia vem à minha mente quando eu apago as luzes e deito em minha cama de noite. Eu ainda tenho cicatrizes em minha face. Não pense que o passado é apenas passado. Eu não consigo esquecer aquele dia. O dia que eu chorei enquanto recebia socos embaixo da chuva e via meu sangue escorrer…”

 

Na sexta-feira, 27, CHIBIN veio novamente ao seu instagram para contar novamente sobre a agressão. O membro do MASC agradeceu ao apoio de todos, principalmente da mídia, e que demorou para contar, pois tinha medo de magoar as pessoas ao seu redor.

 

Confira a tradução do post de CHIBIN:

 

“Eu não esperava tanta repercussão da pessoas e dos repórteres. Obrigado. Na verdade, eu não sabia o que fazer quando fui machucado, e realmente não tinha escolha. Eu tive que esperar e ver, porque se eu falasse, eu não machucaria só a mim, mas a todos. Vocês devem estar pensando se é realmente necessário eu fazer isso, mas o acusado não foi contatado pela empresa por 5 meses desde o incidente. Tornou-se um silêncio absurdo. Minha frustração só crescia, e eu não conseguia mais ficar sentado e esperar, porque estava tudo tão abafado. Eu pensei que escrever essas coisas não seria bom para mim, mas acho que ajudou a aliviar um pouco meu ressentimento. Agora estou postando isso porque acho que é hora de contar a história toda do incidente. Vou apenas compartilhar a verdade, exatamente como reportei a empresa.

Foi isso que aconteceu. Em 8 de Março de 2018 nós estávamos andando para nossa a nossa última aula da noite. Eu abri a porta e fui para o primeiro andar sem saber que chovia lá fora. Um dos membros me ofereceu um guarda chuva, então eu perguntei: “isso não é meu, tudo bem se eu pegar?”. O membro disse: leve com você e compartilhe com os outros. Então, de repente, fui atacado pelo hyung, que disse: “Jeon Chibin, você pegou meu guarda chuva?” E eu respondi: “sim, eu pensei que fosse seu”, e ainda continuei: “quando você vier aqui eu entrego para você, hyung!”. Então ele usou alguns palavrões e disse: “não seria certo você voltar para o andar de cima e devolver o guarda-chuva logo que hyung lhe dissesse para fazer isso?”.

Então fomos para a nossa aula e durante nossa caminhada para lá eu ri e conversei com outro hyung. Então ele (o hyung agressor) me viu e disse: “não fale, nem mesmo ria, eu não quero ver você”. Então eu fiquei assustado e, como sou humano, fiquei bravo. Eu senti que nós precisávamos resolver o mal entendido, então esperei a aula acabar.

Após a aula, eu me senti inquieto por usar o guarda chuva, então eu entreguei para outro membro usar e andei na chuva com meu chapéu. O hyung agressor, que estava andando na minha frente, começou a gritar comigo e dizer: “por que você não está usando o guarda chuva?” e eu disse que havia entregado para outro hyung. O hyung agressor usou novamente palavrões e disse: “você está falando mal de mim?”. Naquele momento, eu pensei que fosse o momento certo para dizer: “eu queria resolver as coisas e conversar, eu não peguei o seu guarda chuva”. Então ele usou novamente os palavrões: “mas ainda assim, você não tem que trazer de volta para mim quando eu te disser, hein?” Ele gritou muito alto. Ele continuou a parecer zangado e esquentou-se, por isso também desabafei tudo o que me incomodava; como ele continuou me batendo mesmo depois que eu disse a ele para parar, como ele me bateu e também bateu em outro membro no rosto e pescoço com um cinto, como ele acusou cinicamente de eu ir festejar quando estou realmente indo para casa devido a problemas pessoais, etc… Enquanto eu estava dizendo isso, ele segurou um olhar ameaçador, me xingou e ergueu as mãos várias vezes tentando usar a violência.

Eu disse para ele não me bater várias vezes e também: “não toque o meu corpo”, quando ele jogou o guarda chuva (que estava em suas mãos) na direção da parede de pedra e usou os pedaços quebrados do guarda chuva para bater na minha cara diversas vezes. Os outros membros mais velhos pegaram o guarda chuva de mão. Ele então empurrou os membros e veio para cima de mim com chutes e pontapés. Havia sangue escorrendo pela minha face e cabeça. Chegou a um ponto eu não conseguia controlar meus sentimentos. Eu também cuspi tudo o que os outros e eu sofremos do hyung agressor. Eu estava fora de mim, gritava e chorava. Outros membros nos afastaram e disseram que nós deveríamos ir primeiro ao hospital. Mais tarde, eu fui ao hospital com os outros membros mais velhos. Eu fui com todos os membros, exceto o hyung agressor e outros membros de sua idade. Um pouco mais tarde, nosso agente e os empregados vieram. Como já estava tarde, eles disseram que resolveriam tudo um outro dia.

Meus pais ligaram para o hyung agressor, dizendo que ele deveria ao menos comparecer no hospital. O agressor disse: “eu vou se o Chibin se acalmar”, e então minha família retornou para a casa”.
Na madrugada de sábado, 28, ACE resolveu se pronunciar a respeito do caso. Em atualização no soundcloud ele deu sua versão através de uma canção. ACE assumiu ter agredido CHIBIN e pediu desculpas por seu comportamento, porém afirma não ter usado um guarda-chuva para espancá-lo e que já havia resolvido a situação com o próprio CHIBIN.

 

Posicionamento público de ACE

ACE pronunciou sobre o caso na madrugada de Sábado.

 

Ouça a música produzida por ACE, sobre o incidente e as denúncias: https://soundcloud.com/acesea/0728a

Tradução da música:

Já faz meses desde que fui isolado, tudo se desmoronou
Você acha que está tudo bem para mim? Eu caí em um poço das trevas
É muito profundo aqui, eu caí em um poço da escuridão
Está escuro sob meus olhos, sim, eu caí em um poço das trevas

Eu caí em um poço de escuridão, eu pequei comigo mesmo.
Eu queria fazer tudo certo, as coisas que fiz de errado na minha consciência
Eu dei a minha mão, e você segurou firme, a mão que eu dei
Mas agora depois de todo esse tempo, você acende um fogo como se fosse queimar tudo

Eu tentei tudo que eu poderia fazer, nunca corri
Não, você disse que não queria me ver, então arrumei minhas malas para você
Eu tentei assumir a responsabilidade, para que você não tivesse que me ver
Mas tudo o que voltou na minha frente é notícia na mídia sem uma única verdade para isso.

Como se fosse um ataque unilateral. Mesmo quando eu li, parece que eu sou lixo
Se eu continuar aqui sentado, uma história com mais ficção você vai escrever
Mas eu já sou lixo, eu já sou lixo nos livros
Terei que expressar minha posição antes de ser varrida.

Naquele dia, eu queria melhorar as coisas com você, você ficou desapontado
Mas eu vi você vindo para mim de repente, amaldiçoando-me
Eu dei um passo para trás surpreso como o inferno, acenei meu guarda-chuva, eu sei que isso é mesmo um pecado.
Mas que eu cometi um ataque cruel? Quem inventou isso?

Eu fui chamado para a delegacia, eles ouviram a verdade
Mesmo eles sabiam o que realmente aconteceu, eu fui provocado intencionalmente.

De alguma forma, acho que seu objetivo era reivindicar um acordo cem vezes mais.
Eu sabia que tinha que trabalhar meio expediente, mas a empresa não permitia isso.

Você disse que eu desapareci sem desculpas? Você faz o seu melhor para enganar nossos fãs com mentiras.
Você amaldiçoou seus pulmões, e nossos membros tiveram que se segurar e suportar sua loucura.
Você se importa apenas com você mesmo, a empresa é a mesma
Selecionando mais membros sem discussão nem nosso consentimento, e agora eles dizem que foi um erro.

Ok, desculpe, deu errado desde o começo
Sim, sinto muito, nós tentamos o nosso melhor, mas não deu em nada
Ok, eu sinto muito, ok, me desculpe
Sim, sinto muito, sinto muito por mim mesmo”.

 

Uma publicação compartilhada por @aceseaaiite em

 

Além disso, ACE se desculpou com um texto em seu instagram, assumindo a sua culpa e dizendo que continuaria a apoiar seu antigo grupo MASC. No texto, ACE desmente alguns fatos da versão de CHIBIN, dizendo que ele não desapareceu por cinco meses da empresa e que um pedido de desculpas havia sim sido feito.

“Aqui é o ACE. Primeiramente eu gostaria de sinceramente me desculpar com os nosso fãs, com o público e com os membros por estarem lidando com tanta crítica. Eu gostaria de me desculpar do fundo do meu coração com os nossos fãs que acreditaram em mim e me apoiaram. Eu também peço desculpa aos membros que ficaram juntos de mim durante tanto tempo.

Além de qualquer situação e de minhas intenções durante o incidente, e baseado no resultado do incidente, eu admito a culpa de minhas ações naquele dia. No entanto, eu nunca quebrei um guarda chuva ou o joguei contra a parede para usá-lo como arma, ou machuquei meus membros enquanto eles tentavam me impedir. Eu afirmo que essas situações são completamente falsas.

Além disso, acusações que eu desapareci sem contatar ninguém por 5 meses, sem ao menos me desculpar, é uma completa mentira. Durante o período de inatividade eu assumi a responsabilidade de minhas ações ao deixar o grupo, encerrar meu contrato com a companhia, e também passar por uma investigação policial.

Eu desejo que os fãs que apoiam o MASC, que os membros do MASC e as pessoas que eu amo não se machuque ou se deixem levar por essas acusações unilaterais.

Estou plenamente consciente da imaturidade de minhas ações. Eu gostaria de mais uma vez me desculpar pelas minhas ações. Eu continuarei dando meu apoio ao MASC. Peço que também continue a dar seu amor e apoio ao MASC”.

 

Posicionamento da agência do MASC

A empresa JJ Holic Media, entretanto, divulgou uma nota na última segunda, 30, a respeito da saída dos integrantes ACE e Chibin, oficializando que o hiatus de ACE representava a saída do grupo. Além disso, JJ Holic Media pediu desculpas e se assumiu responsável pelos eventos passados envolvendo os integrantes do grupo, e que demorou para fazer um pronunciamento do caso para não atingir os outros membros do MASC de forma negativa.

 

Nota da JJ Holic Media na íntegra:

“Olá, aqui é a JJ Holic Media.

Primeiramente, pedimos desculpas por causar preocupação aos fãs que deram apoio e amor ao MASC. Somos justos e nos sentimos responsáveis ​​por não prevenir tal incidente e desagradar os fãs.

É muito lamentável como a situação aconteceu dessa maneira enquanto estávamos em uma discussão profunda desde o incidente em março sobre as maneiras de não causar danos aos membros do MASC e suas promoções futuras.

A agência não pôde notificar sobre o assunto anteriormente, pois estávamos preocupados que o incidente desagradável pudesse causar danos aos outros membros e ao nome MASC. Nós nos desculpamos pela declaração oficial tardia.

Acreditamos que nada pode ser uma desculpa para o uso da violência e ACE não pode mais promover com o grupo. Portanto, ele foi removido como um membro do MASC.

Chibin, que fez uma pausa e recebeu tratamento para o choque mental, disse à agência no mês passado que seria difícil para ele continuar promovendo no MASC. Atualmente, ele está pretendendo se matricular na faculdade e mudando sua carreira para atuação.

Mais uma vez, pedimos desculpas por causar preocupações e pedimos que você encoraje os membros restantes para que eles não se machuquem com o incidente.

Tomaremos este incidente como uma lição e nos tornaremos uma agência que dará mais cuidado e consideração. Também trabalharemos duro para resolver o problema o mais rápido possível.

Obrigado.”

 

A saída de Yiryuk

Horas mais tardes, ainda na segunda-feira, outro membro do MASC anunciou em seu instagram sua saída do grupo. Yiryuk, conhecido como 26 pelos fãs, disse que sua saída não tinha relação com o incidente envolvendo ACE e Chibin, e sim que gostaria de focar em seu sonho, que é ser diretor de cinema, e que por conta do período militar obrigatório que teria que cumprir em breve, estava deixando o MASC para aproveitar o tempo que restava.

Ele declarou em sua conta pessoal:

“Eu tive que tomar uma decisão sobre o meu futuro, porque eu tenho que me alistar nas forças armadas. Atualmente estou sofrendo de efeitos colaterais de um acidente grave em 2016, e quero seguir meu caminho como diretor de cinema. MASC é tudo da minha preciosa juventude. No entanto, acreditava que poderia causar danos considerando as várias situações e a realidade, e meus valores não mais correspondiam aos da agência. Por isso, decidi deixar o grupo em vez de fazer uma pausa para me arranjar tempo para me reorganizar”.

 

Em sua postagem, Yiryuk disse que estava presente no momento do incidente, e que gostaria de expor o que aconteceu sem privilegiar ou proteger alguém. Yiyruk afirmou que ACE usou violência contra o Chibin, porém algumas informações relatadas da história não são reais. Ele afirmou: “Nada pode justificar as ações de ACE, mas não havia uma parede de pedra no local do incidente. Era apenas uma rua”. E acrescentou: “Você acha que os membros apenas ficaram observando? De forma alguma.Yiryuk explicou que os membros tentaram impedir ambos de entrar em uma briga e que não era um ataque unilateral, em somente em um dos rapazes. Ele disse: “Ambos os lados estavam esquentados e tentando começar uma briga. Nós os detivemos rapidamente e não houve covardia”.

 

Por fim, ele pediu para os netizens pararem de espalhar boatos e mensagens de ódio. Yiryuk declarou: “Os posts ‘sem sentido’ precisam parar, e se a verdade precisa ser revelada, então precisa ser discutida entre as duas pessoas. Acredito que ações judiciais precisam ser tomadas se elas quiserem se provar.” E finalizou: “Espero que o MASC, que era tão precioso para mim, não se machuque mais. Não vou esquecer as pessoas que deram amor ao MASC. Obrigado.”

 

 

MASC debutou em agosto de 2016 com 4 integrantes: WooSoo, 26, Ace e Heejae. O grupo ganhou novos integrantes em setembro de 2017: Doeun, Ireah, MoonBong e Chibin, totalizando oito integrantes. O grupo chegou a promover com a nova formação, porém ACE deixou a agência meses depois e não houve mais nenhuma promoção ou comeback.

 

Por Isabela Marques
Fonte: Instagram, Allkpop, Masc Brasil e Soundcloud.
Não retirar sem os créditos.

KPOP: Boygroup BASTARZ confirma show no Brasil em Outubro!

O K-Pop não para de invadir o Brasil! Dessa vez quem nos agracia com sua presença é o Bastarz, sub-unit do grupo veterano Block B, que fará apresentação única em São Paulo no dia 13 de Outubro. Pela primeira vez no Brasil, o trio trará para os fãs brasileiros um fanmeeting e Meet&Greet (Hi-touch e foto individual) recheado por aquilo que são famosos: muito bom humor e performances cheias de talento.

 

Formado por U-Kwon, B-Bomb, e o rapper P.O., o Bastarz tem a mesma premissa do grupo original: uma mistura de hip-hop com batidas fortes, letras poderosas e muita, muita irreverência. A primeira sub-unit do Block B debutou em 2015 com o single “Zero for Conduct”, produzida pelo líder do grupo original e famoso rapper e produtor, Zico. A música foi sucesso imediato e deixou todos esperando pelo comeback do trio, que aconteceu no final de 2016 com a fantástica “Make It Rain”, produzida pelo reconhecido solista Dean. O álbum de comeback acompanhou a divertida “Selfish and Beautiful Girl” e a fofíssima “That’s right”.

Essa será a primeira vez do grupo não só no Brasil, como na América Latina, onde também farão apresentação do México! Confira abaixo o clipe de Make it Rain!

 

Serviço:

BASTARZ – MAKE IT RAIN in São Paulo
Dia: 13 de outubro (sábado)
Local: Tropical Butantã – AV. VALDEMAR FERREIRA, 93 – BUTANTÃ, SÃO PAULO – SP
Horários: MEET&GREET: 18H00 | FANMEETING: 20H00 | HI TOUCH: 22H00
Link de vendas: https://ticketbrasil.com.br/show/6284-bastarz-saopaulo-sp/

Mais informações sobre local e ingressos você confere pela HDM Produções.

Por Jeiciane Torres
Não retirar sem os devidos créditos