Todo fim de ano, a KoreaIN reúne sua equipe para escolher os destaques entre os K-dramas, álbuns, MVs e outros conteúdos culturais lançados durante o ano que passou. Para dar início à edição de escolhas de 2025, trazemos hoje os melhores dos melhores entre os álbuns de K-pop lançados no ano passado.
Confira a nossa lista e veja as opiniões do nosso time.
3 votos
Happy Burstday (SEVENTEEN)
Escolhido por: Alice Ramos Rodrigues da Silva (social media), Catharina Farias (redatora) e Anna Mazzaro (redatora)
Happy Burstday trouxe algo que o SEVENTEEN sempre traz com gosto, uma crítica/reflexão sobre algo e, como bônus, tivemos um solo de cada um dos integrantes e foi um álbum que, sem dúvidas, não marcou apenas o décimo aniversário, mas uma nova era deles, que são mais maduros e podem arriscar nossos estilos de faixas. (Alice Rodrigues)
Pode ser enviesada a minha escolha, mas o álbum além de marcar 10 anos da carreira do grupo, é consistente e com músicas que mostram a personalidade de cada membro! É um álbum para quem gosta de hyper pop, mas também para quem gosta de balad! (Catharina Farias)
Escolher Happy Burstday como álbum do ano foi muito natural pra mim. Dá para sentir que este projeto nasceu com carinho, principalmente por marcar os 10 anos do SEVENTEEN. Os solos de cada membro deixam isso ainda mais especial, porque mostram o quanto eles cresceram individualmente sem perder a essência do grupo. “Thunder” foi uma escolha certeira de title, trazendo um conceito diferente do que eles já tinham feito, mas ainda muito a cara do SEVENTEEN. Happy Burstday não é só um álbum comemorativo, é um trabalho que mostra quem eles são hoje e dá aquela sensação de que ainda vem muita coisa boa pela frente. (Anna Mazzaro)
1 voto
Karma (Stray Kids)
Escolhido por: Raquel Athaide (redatora)
Este álbum vem após o emblemático e mais esperado show do grupo no Brasil. Então, possui um significado ainda maior, não sendo somente uma discografia carregada de sentimento do 3Racha e outros compositores. Karma é uma mistura de elementos: energia, poder, relaxamento, entre muitos outros; é aquele álbum que você ouve se precisa desacelerar ou se animar. Cada música carrega consigo uma potência, assim como as vozes de cada membro do grupo. Por isso, Karma foi mais do que o esperado (como sempre) e trouxe para todos os STAYs um presente glamuroso e carinhoso!
Übermensch (G-DRAGON)
Escolhido por: Vivi Raposo (editora de vídeo)
O reizinho do K-pop voltou com sua singularidade e autenticidade. “Home Sweet Home” é a faixa que fez toda VIP chorar por ter parte do BIGBANG reunida novamente. “Too Bad” e, principalmente, “Power” são músicas com a identidade sonora dele. Ouvir e ver a arte do G-Dragon é uma experiência.
Underwater (Big Ocean)
Escolhido por: Paula Bastos Araripe (redatora)
Sabe aquele álbum que tem poucas músicas, mas que todas são perfeitas? Esse é Underwater do Big Ocean. São quatro músicas maravilhosas, uma atrás da outra: a emotiva “Sinking”, a sensual “Fade Out”, a cativante “Attention” (minha favorita pessoalmente) e a esperançosa “End of Time”. Este álbum representou para mim uma evolução imensa do Big Ocean com músicas incríveis que não perdem em nada para idols mega famosos ou com grandes orçamentos. É possível ouvir e sentir a dedicação desse trio em cada faixa que só aumenta a emoção ao ouvir o álbum. Ter tido a oportunidade de vê-los apresentar as músicas ao vivo no Anime Friends então foi a cereja do bolo e deixou o álbum Underwater ainda mais especial para mim. Não é todo dia que nos deparamos com um álbum tão especial quanto este.
Upside Down (Chanyeol)
Escolhido por: Vitória Ferreira (revisora)
Este é um mini álbum interessante (ainda que passe muito rápido) e com algumas surpresas bem-vindas, como a sequência das quatro primeiras faixas, que formam um conjunto coeso e satisfatório que transpira nostalgia do pop punk dos anos 2000. Tenho a impressão de que Upside Down preparou o caminho para Hibi, lançado poucas semanas depois, e cumpriu bem esse papel introdutório porque cada faixa tem seu próprio charme, o que ajudou a solidificar a imagem de Chanyeol como solista e demonstrar sua versatilidade. E talvez seja justamente por estar entre Black Out e Hibi, e de alguma forma atuar como uma ponte entre os dois, que este álbum seja o meu preferido do ano
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Imagem: PLEDIS Entertainment
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