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Justiça

Yoon Suk Yeol, ex-presidente sul-coreano, é condenado a cinco anos de prisão por obstrução da justiça e aguarda julgamento de outros casos

Nesta sexta-feira (16), o ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol foi condenado a cinco anos de prisão por acusações que incluem obstrução de prisão relacionadas à declaração da lei marcial de 3 de dezembro de 2024. O veredicto foi proferido 145 dias após a primeira audiência preparatória, realizada em 19 de agosto do ano passado.

A condenação marca a conclusão do primeiro julgamento entre os quatro casos relacionados à insurreição contra o ex-presidente. Yoon ainda enfrenta mais sete julgamentos e decisões pela frente.

A partir da próxima semana, espera-se que ele compareça ao tribunal uma ou duas vezes por semana, com o início de novas audiências.

Três dos casos pendentes estão relacionados à declaração de lei marcial de 3 de dezembro de 2024. No mais grave deles — em que Yoon enfrenta a pena de morte sob a acusação de liderar uma insurreição — cinco audiências foram realizadas, inclusive durante o recesso de inverno do tribunal, entre 29 de dezembro do ano passado e 9 de janeiro, e o veredicto está previsto para 19 de fevereiro.

A segunda audiência do caso de conluio estrangeiro envolvendo a chamada operação de infiltração de drones em Pyongyang está marcada para a próxima segunda-feira (19). A primeira audiência terminou em três horas, após Yoon apresentar uma moção para recusar os juízes. Ele retirou a moção naquela mesma noite, e a composição do tribunal permaneceu a mesma.

A audiência preparatória para o caso de perjúrio relacionado ao julgamento do ex-primeiro-ministro Han Duck-soo está marcada para a próxima quarta-feira (21).

No caso apresentado pelo procurador especial que investiga a ex-primeira-dama Kim Keon Hee, Yoon é acusado de aceitar dezenas de pesquisas de opinião pública gratuitas do autoproclamado articulador político Myung Tae-kyun — o que configuraria uma violação da Lei de Financiamento Político. A primeira audiência preparatória está marcada para 27 de janeiro.

O julgamento por suposta disseminação de informações falsas durante a eleição presidencial de 2022 — uma possível violação da Lei de Eleições de Funcionários Públicos — ainda não foi agendado.

Em fevereiro terão início dois julgamentos conduzidos pelo procurador especial que investiga o Corpo de Fuzileiros Navais. O caso referente ao alegado abuso de poder na supressão da investigação sobre a morte de um fuzileiro naval em 2023 está marcado para começar em 3 de fevereiro, enquanto o julgamento envolvendo a alegada fuga do ex-embaixador na Austrália, Lee Jong-sup, está agendado para 11 de fevereiro.

Caso o judiciário passe por sua reformulação regular de pessoal em 23 de fevereiro, os julgamentos poderão precisar ser reiniciados sob a nova composição dos painéis. De acordo com a lei do procurador especial, um veredicto de primeira instância deve ser proferido em até seis meses após a acusação, portanto, espera-se que as decisões sejam proferidas até o primeiro semestre deste ano.

Fonte: (1)
Imagem: Tribunal Distrital Central de Seul
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