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Japão, Singapura e Coreia do Sul têm os passaportes mais poderosos do mundo em 2021

Todo ano a Henley & Partners, uma empresa de consultoria de cidadania global e residência, solta uma lista dos passaportes mais poderosos do mundo. Entre quase 200 passaportes, o passaporte japonês lidera a lista pelo quarto ano consecutivo, segundo a lista de 2021, divulgada no dia 5 de outubro. A empresa utiliza os dados da International Air Transport Association para pontuar e ranquear os passaportes.



Um passaporte poderoso é aquele é que consegue te levar para mais locais sem a necessidade de solicitar um visto antes. Segundo a própria Henley & Partners, um ponto é colocado no passaporte para cada destino no qual o visto não é obrigatório. Isto também se aplica caso os portadores dos passaportes obtiverem um visto, uma permissão de visitante ou uma autorização de viagem eletrônica (eTA – Electronic Travel Authorization) assim que chegarem no país em questão. Já quando o visto ou eTA é pedido pelo governo antes da partida, zero pontos são atribuídos àquele passaporte.

Na lista de 2021, os países asiáticos Japão e Singapura ficaram empatados em primeiro lugar, com a liberdade de visitarem 192 países sem a obrigatoriedade do visto, uma notícia boa para os japoneses, tendo em vista que o Japão não permite que os cidadãos tenham dupla nacionalidade. A Coreia do Sul e a Alemanha ficaram em segundo lugar com 190 países cada. Confira o Top 10:

  1. Japão e Singapura – 192 países
  2. Coreia do Sul e Alemanha – 190 países
  3. Finlândia, Itália, Luxemburgo e Espanha – 189 países
  4. Áustria e Dinamarca – 188 países
  5. França, Irlanda, Holanda, Portugal e Suécia – 187 países
  6. Bélgica, Nova Zelândia e Suíça – 186 países
  7. República Tcheca, Grécia, Malta, Noruega, Reino Unido e Estados Unidos – 185 países
  8. Austrália e Canadá – 184 países
  9. Hungria – 183 países
  10. Lituânia, Polônia e Eslováquia – 182 países

A Henley & Partners também analisou a residência e cidadania por meio de programas de investimento que existem em quase 100 países, incluindo 60% da União Europeia. Este tipo de cidadania e residência é benéfica tanto para o país quanto para o destinatário, pois os países concedem os direitos de residência ou cidadania em troca de investimento substancial. “Para os países anfitriões, o investimento estrangeiro direto garantido por meio de programas de migração de investimento cria valor soberano e social”, disse a empresa para o portal Points Guy.

Fontes: (1), (2)
Imagens: Cultura Alternativa, Falken Tech (reprodução)
Não retirar sem os devidos créditos.


Gabriela Oliveira

Jornalista de 22 anos com um pé na hallyu e o outro na escuridão. Complicada, perfeitinha (sqn), sagitariana e com um grupo favorito diferente a cada dia que passa.

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